• Negócio da Índia
O grupo indiano Tata quer adquirir o controle das marcas Jaguar e Land Rover, que a Ford colocou à venda recentemente. Além da pretensão desta ambiciosa compra, a marca reiterou os planos de lançar, em 2009, o carro mais barato do mundo, por volta de US$ 2,5 mil. Por aqui, porém, os planos da Tata ficaram suspensos. A indiana pretendia vender seus utilitários no Brasil em parceria com a Fiat, mas corre nos bastidores que a marca italiana avaliou que o padrão construtivo dos modelos da Tata estava abaixo do aceitável no mercado brasileiro.
• Sumaré em alta
Para tentar minimizar as filas de espera por Civic e Fit, a Honda finalmente aumentou a capacidade de produção em sua unidade de Sumaré, interior de São Paulo. Agora, a fábrica passa a produzir 550 carros diariamente. Até o último mês de julho, eram fabricados 460 veículos/dia. Para 2007, a meta é ultrapassar os 100 mil automóveis fabricados no ano, o que representaria um aumento de 38% em relação a 2006.
• Tamanho família
A francesa Peugeot vai apresentar em seu estande no Salão de Frankfurt o conceito do 308 SW Prologue. O modelo apresenta um grande espaço interno o que possibilita uma terceira fileira de bancos, elevando para sete o número de passageiros. No Brasil, o 307 SW só é disponível com 5 lugares, mas na Europa ele é comercializado também com opcional de dois assentos extras.
• Conexão China-Brasil A fabricante de motores Dongfeng, uma das maiores da China, produz o primeiro motor a diesel sob licença da afiliada brasileira da Navistar, a MWM International. A produção de propulsores 3.0 litros de 140 cv e 180 cv visa equipar utilitários esportivos, picapes e comerciais leves.
• Corredor polonês
A fábrica da General Motors na Polônia produziu esta semana o primeiro Opel Astra sedã de sua história. Cons-truído na planta de Gliwice, o modelo é o terceiro carro feito sobre a plataforma da Zafira e do Astra Classic. A concepção do modelo e o design são basicamente os mesmos do Vectra feito no Brasil. A GM brasileira, aliás, mantém um intercâmbio de componentes com a subsidiária e fornece componentes para a produção do Astra polonês. A filial daqui, porém, prefere não detalhar quais peças recebe da Polônia.