• Com um pedal a menos
A Kia começa a comercializar no Brasil o Cerato com câmbio automático de quatro velocidades. A transmissão, que tem opção de modo seqüencial, trabalha em conjunto com o mesmo motor 1.6 16V da versão manual. A unidade de força com comando variável de válvulas disponibiliza 121 cv a 6.200 rpm e torque máximo de 15,6 kgfm a 4.200 giros. O sedã custa R$ 54.900,00, enquanto o modelo com câmbio manual parte dos R$ 49.900,00.
• Sobe e desce
A Renault aproveita o bom momento do Clio sedã para relançar a série limitada Plug. O três volumes compacto, segundo o fechamento de vendas de setembro da Fenabrave, teve 1.216 unidades entregues – 45% a mais que as 836 de agosto. Baseada na versão intermediária Expression, o modelo Plug vai tentar alavancar ainda mais as vendas com rádio/CD/MP3 e DVD player, além de ar, direção hidráulica, airbag duplo e duo elétrico. A edição custa R$ 38.990,00.
Já o desempenho do recém-lançado Logan não foi tão encorajador. O novo sedã da Renault vendeu 1.750 unidades no mês passado, 17% a menos que as 2.114 unidades de agosto. E um resultado que distancia o Logan ainda mais do objetivo inicial de vender 3 mil unidades/mês. Quem também ficou abaixo das expectativas foi a Fiat, que projetava 3 mil unidades para o Punto, mas assinalou apenas 2.326 – 22% a menos. Isso apesar da enorme campanha na mídia e do apelo de “novidade” do modelo.
Já o anacrônico Uno perdeu a terceira posição para o Volkswagen Fox – 10.248 contra 11.571 –, enquanto na briga entre os arcaicos Palio e Gol, o modelo da Volkswagen voltou a superar o da Fiat, com a retomada do ritmo de produção da fábrica de Taubaté. A diferença, inusitada, foi de um carro emplacado: 18.605 contra 18.604. Um estreante que não fez feio foi o Citroën C4 Pallas, apesar dos problemas de falta de energia na Argentina, onde é produzido. Com 1.032 unidades, ele encostou no Renault Mégane, que teve 1.035.
• Fluxo interminável
O conceito de design Flux, da Mazda, gera mais um fruto. Desta vez é o Taiki, protótipo que estará no Salão de Tóquio, no estande da marca japonesa que faz parte do Grupo Ford. As linhas fluidas remetem aos outros conceitos esportivos da linha futurista, como Ryuga e o Hakaze. Mas o destaque – pouco provável aplicado num modelo de série – é o conjunto de rodas traseiras cobertas.