Esportes

Liga Regional: Redentor e Parquinho repetem final de 2006

Gabriel Pelosi
| Tempo de leitura: 3 min

Depois de vencer o Triagem por 2 a 0, ontem pela manhã no Estádio Distrital Sylvio de Magalhães Padilha, o Redentor carimbou o passaporte para a final do próximo domingo. O time comandado por Bilão tentará a revanche do título de 2006 contra o Parquinho, que derrotou a Luziana por 3 a 1. A final do 9º Campeonato da Liga Regional da Futebol Amador terá o primeiro jogo no próximo domingo com local ainda indefinido.

Em 2006, o Parquinho conquistou o tricampeonato ao derrotar o Redentor por 1 a 0 na primeira partida e empatar em 1 a 1 na segunda. O Parquinho foi campeão em 2002, 2003 e 2006. O Redentor foi campeão em 2000 e busca o bi este ano.

“Agora é pensar no jogo de domingo contra o Parquinho, reviver a final do ano passado. Desde o começo do campeonato o título foi o nosso objetivo. A união da equipe fez a diferença na reta final. Depois que perdemos dois jogos seguidos no campeonato, fizemos uma reunião e o time voltou unido e assim vamos brigar pelo título nos próximos domingos”, afirmou o técnico Bilão, do Redentor.

Ontem de manhã, no Mirante Ferroviário, o Parquinho, reverteu o resultado e venceu a Luziana, que jogava beneficiada pelo empate, por 3 a 1. Pinduca, Fio e Du anotaram para o time do Parque Vista Alegre. Giuliano fez o único da Luziana.

A partida entre Redentor e Triagem, que fez lotar o Padilhão, começou agitada. O Triagem, que precisava da vitória por dois gols de diferença já que havia perdido na primeira partida por 1 a 0. Mesmo assim, logo aos 2 minutos de jogo a zaga do Triagem bobeou e Lucianinho, camisa 18, abriu o placar para o Redentor. Triagem ainda lutou mas a equipe de Bilão fui superior.

No segundo tempo, o Redentor ampliou também logo no início. Com um minuto de jogo, mais uma vez Lucianinho foi o protagonista. O camisa 18 foi derrubado por Juliano dentro da área quando corria em direção ao gol de Crepaldi. O árbitro de pênalti, Mineiro bateu no ângulo superior esquerdo de Crepaldi e fez 2 a 0 para o Redentor.

A partir daí o Triagem tentou de diversas formas mas pouco criou. Fez quatro substituições mas o máximo que conseguiu foi marcar um gol impedido aos 33 minutos, quando Biro recebeu em posição irregular e colocou no fundo das redes, mas já não valia mais nada.

Tequila

Ex-ídolo do Noroeste no início da década, o atacante Tequila, que joga no Redentor há quatro anos, começou a partida no banco de reservas. Entrou no segundo tempo e deu trabalho para a defesa do Triagem. O mesmo corpo mirrado de quando usava a camisa 11 no Noroeste, agora, mais experiente, aos 34 anos usa, talvez por coincidência, o número da idade na camisa grená.

O atacante com o número 34 na camisa afirmou que pretende encerrar a carreira no Redentor. “Faz quatro anos que estou no Redentor, considero esse time a minha família. Quero jogar aqui até encerar a minha carreira no amador.”

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