Política

Asfalto comunitário fica para 2008

Da Redação
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Um dos instrumentos que poderiam amenizar a necessidade de pavimentação das ruas bauruenses, o programa de asfalto comunitário, provavelmente só começará a ser implementado na prática em 2008 devido às necessidades de se aguardar tanto regulamentação da lei que o criou como do processo licitatório que definirá a empresa prestadora dos serviços.

O programa foi discutido ontem de manhã, em audiência pública na Câmara Municipal de Bauru. Mais de oitenta pessoas participaram dos debates, oportunidade em que a população bauruense também aproveitou para cobrar asfalto em diversos bairros da cidade.

Participaram da audiência os vereadores Futaro Sato (PMDB), Paulo Madureira (PP), Primo Mangialardo (PV), Marcelo Borges (PSDB), Paulo Eduardo Martins Neto (DEM), Arildo Lima Júnior (PP), José Carlos de Souza Pereira (PT), o Batata, e Salvador Afonso (PDT).

A reunião também contou com a participação de diversos secretários municipais, como o de Obras, Paulo Brittes; o de Economia e Finanças, Edmundo Albuquerque; o de Planejamento, Leandro Joaquim; o secretário interino das Administrações Regionais, Luiz Célio Bucceroni, e a secretária de Bem-Estar Social, Egli Muniz, além do presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb), Carlos Barbieri, a Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Bauru (Assenag) e diversas associações de moradores.

Brittes salientou que no programa de asfalto comunitário a Secretaria de Obras vai dar apenas o suporte e gerenciar. Já Edmundo Albuquerque explicou as providências que estão sendo aguardadas, como a regulamentação da lei e, posteriormente, a abertura de licitação. “A partir daí, teremos as empresas vencedoras que vão assinar um contrato com a prefeitura e só então os munícipes poderão contratar os serviços”, explicou.

Para Primo Mangialardo, que solicitou a audiência, a reunião foi positiva. “Fiquei satisfeito. As coisas estão andando. Estou otimista. O ideal seria o município bancar tudo, mas não é possível. Então temos o plano B. Estamos agora no aguardo da regulamentação e do processo de licitação. A publicação da lei foi feita no Diário Oficial do Município do dia 29 de setembro e a Prefeitura tem até o dia 29 de novembro para regularizar a lei”, disse o parlamentar.

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