Fim de ano, ceia de Natal, presentes. A época é sugestiva para gastar, muitas vezes, sem pensar nas conseqüências futuras, não muito distantes. Extrapolar o orçamento não custa nada. Por isso, todo cuidado é pouco.
O economista Francisco de Oliveira Lima orienta sair de casa sem o cartão de crédito, dando preferência ao dinheiro vivo. Dessa forma, se gasta apenas a quantia que se tem no bolso. “Com o cartão, a pessoa se sente motivada a comprar, inclusive sem necessidade. É preciso lembrar que os juros do cartão de crédito são altíssimos”, completa.
Planejar e listar os gastos e os ingredientes da ceia é fundamental, alerta Lima. “É uma forma de não gastar além do que alcança seu poder aquisitivo. A pessoa tem que lembrar das despesas do começo do ano, que incluem matrícula e material escolar, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores)”, conclui.