Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Farmacêutico verde

O vereador Primo Mangialardo (PV) deu uma de farmacêutico ontem. Ao comentar a decisão da executiva estadual do partido de conceder 15 dias para as lideranças locais da legenda entrarem em acordo para montar nova comissão provisória, o parlamentar deu a receita para sentar-se à mesa de negociações com quem não se tem muita afinidade. “Basta tomar um sal de fruta para azia e um Dramin para enjôo”, brincou.

• Consultor jurídico

Até ontem o presidente do Legislativo bauruense, Paulo Madureira (PP), ainda não havia definido o substituto para a vaga de consultor jurídico da Câmara Municipal, ocupada interinamente por Carlos Augusto Gobbi após a saída do advogado Carlos Braga, pré-candidato à prefeitura pelo PP. No entanto, Madureira confirmou que deverá tomar a decisão até o final da semana. “Só estou aguardando a resposta de uma pessoa”, informou, sem citar o nome.

• Não é candidato!

O diretor geral da Transurb, José Antônio Jacomelli, é o mais novo eleitor bauruense. Ele transferiu ontem para a cidade seu título de eleitor. Imediatamente, nas imediações do cartório eleitoral e, depois, nos bastidores surgiu a pergunta: é candidato? Não, porque o prazo para filiação partidária já se foi e porque, na verdade, Jacomelli adotou Bauru para viver, uma vez que se apaixonou pela cidade, sua gente, suas dificuldades e suas delícias.

• Estranho silêncio

Tem causado estranheza, principalmente entre os vereadores bauruenses, o silêncio da direção da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) sobre a dívida da instituição, estimada em cerca de R$ 50 milhões com bancos, fornecedores e corpo clínico. O presidente da AHB, Reinaldo Rocha, informou que só irá manifestar-se no Legislativo após ser convidado pela Câmara. Mesmo assim, há parlamentares que demonstram certa inquietação com o posicionamento da diretoria da entidade.

• Câmara e os vôos

Os vereadores bauruense enviaram ofícios ontem à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ao Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados, aos deputado estaduais Pedro Tobias e Vaz de Lima, que preside a Assembléia Legislativa de São Paulo, e ao governador do Estado, José Serra, solicitando esforços para a manutenção dos vôos regulares entre as cidades de Bauru e São Paulo.

• Prazo para o Plano

Nas contas de Madureira, a discussão e votação do Plano Diretor de Bauru deverá acontecer entre 30 e 40 dias. Isso porque ainda tem de passar pela análise de várias comissões. Outro ponto comentado por ele quanto a esse projeto é que a Câmara não pode apresentar substitutivos, tarefa que cabe do Executivo. Dessa forma, os vereadores apresentarão emendas, que somam quase 250.

• Som no Sambódromo

Os vereadores Primo e Alex Gasparini criticaram o fato de em Bauru haver dificuldade em se acabar com as práticas constantes de barulho de motos e carros no Sambódromo. Segundo o primeiro, em Botucatu esse problema foi eliminado. Para ele, a Seplan e a Polícia precisam agir. Já Gasparini voltou a atacar a polícia ao dizer que há uma diferença na atuação da polícia em Bauru e Botucatu. Afirmou que em estádios da periferia a PM não comparece.

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