Entrelinhas

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Da Redação
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“Sem hostilização”

Com esta expressão, o pré-candidato do PTB à prefeitura, Toninho Garmes, definiu como será seu comportamento na disputa. Ele participou ontem, na Câmara Municipal, de reunião para a renovação do diretório petebista. Garmes assegurou: “Não vou hostilizar ninguém e o povo vai condenar baixaria na campanha. Eu não vou entrar em jogo bruto”, anunciou.

Na mesa pequena

Enquanto Toninho esbanja otimismo com sua pré-candidatura, o PTB segue negociando. Na mesa pequena dos petebistas há lugar para o PR - de Fernando Monti e Nilson Costa -, o PT - de Estela e Batata -, entre outros. Será que foi por isso que Garmes elogiou seu outrora arquiinimigo político Nilson Costa, na sessão da Câmara da semana passada?

Rumores de Brasília

O vereador Rodrigo Agostinho (PMDB) começa a semana tendo de se preocupar em responder se procedem ou não os rumores de que, ao invés de participar do processo eleitoral deste ano poderá ir para Brasília (DF), ou melhor, realizar uma missão que estaria sendo discutida junto à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Será que pintou convite na área?

“Intriga da oposição”

O presidente do PSB, Pedro Romualdo, lê as especulações acima como tentativa de adversários para desestabilizar a pré-candidatura de Rodrigo. Não é para menos. Depois que Quércia afirmou sua preferência pela candidatura a prefeito do ex-secretário do Meio Ambiente, o ânimo voltou aos partidos que discutem a formação da Frente Democrática - PSB, PC do B, PT. Rodrigo sofrerá muito assédio para assumir a tarefa de encabeçar a Frente.

Em todas as cidades

O deputado e líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados José Aníbal esteve no sábado em Bauru para participar do encontro regional das lideranças do partido, realizado na Câmara Municipal. Como bom alckimista, Aníbal falou sobre a necessidade de o partido lançar candidato ao cargo majoritário nas eleições municipais em todas as cidades do Estado inclusive na Capital.

Avalanche de MPs

Aníbal também afirmou que o partido aguarda uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que estaria na iminência de determinar que o governo federal reduza o número de Medidas Provisórias (MPs) editadas. “A idéia é reduzir em no mínimo um terço”, diz Aníbal. Segundo ele, o Congresso começou o ano com 19 MPs para serem votadas e por isso a pauta da Casa segue travada.

Greve no parlamento

Pela lei, uma MP deve ser votada num prazo máximo de 45 dias, após sua apresentação. Caso isso não aconteça, ela tranca a pauta da Casa e nenhum projeto pode ser apreciado até a sua votação. Caso a decisão do STF não seja favorável à redução das MPs, o PSDB, junto com outros partidos, ameaçam paralisação com uma espécie de “greve no parlamento”.

Serviços nos bairros

O bairro cresceu, o comércio fora do Centro se consolidou, mas para completar os serviços oferecidos ao povo o Parque Vista Alegre precisa de uma agência bancária oficial. É o que requereu o vereador Paulo Madureira (PP) aos superintendentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Os bancos mais próximos são os do Centro e do Mary Dota, atualmente.

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