Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Na Vila Vicentina

O bom e tradicional churrasco da Vila Vicentina foi palco certo para os políticos ontem. Todos os candidatos a prefeito passaram por lá. Afinal, a expectativa era de um público circulante de aproximadamente 30 mil pessoas ao longo do dia. Uns comeram churrasco, outros não, mas todos os postulantes gastaram muita conversa e distribuíram sorrisos à vontade.

• Portas fechadas

A empresa contratada pela Prefeitura de Bauru para atuar no recadastramento dos imóveis que passaram por reforma ou ampliação está encontrando dificuldades para adentrar as casas e averiguar as mudanças, visando inscrevê-las no cadastro municipal. Muita gente não registrou as alterações em seus imóveis e, com isso, estão pagando menos imposto do que deveriam.

• Faltou informar

Fica claro, à essa altura, que a prefeitura deveria ter feito uma ampla campanha de divulgação do trabalho dos recadastradores para que os proprietários não impeçam a entrada dos mesmos. Até com certa razão, diante de tanta insegurança, muita gente teme abrir as portas de casa ou do estabelecimento comercial a estranhos.

• Por mala direta

Além da campanha via imprensa, o governo municipal poderia enviar algum tipo de correspondência aos imóveis identificados pela aerofotogrametria como tendo sofrido mudanças na planta original. Cerca de 70 mil residências passaram pelo recadastramento imobiliário feito na fase anterior. Muitas, como dissemos, não estão com a metragem correta nos arquivos municipais.

• Dinheiro precioso

O serviço que se encontra emperrado custa caro aos cofres municipais. Por isso é preciso uma ação rápida para que mais esta atividade que consome numerário público não caia no vazio, como outras já caíram. O dinheiro é escasso. Cada centavo deve ser aproveitado. Tal recadastramento é importante porque permite resgatar receita não declarada. Deixar como está vai distorcer o resultado final.

• Plano Diretor

A sessão da Câmara Municipal de hoje pode votar um dos mais importantes ou talvez o mais importante projeto do ano. Trata-se do Plano Diretor, que recebeu 272 emendas no Legislativo, conforme mostrou o JC, em ampla matéria na edição de sábado. Foram tantas mudanças que ninguém sabe dizer, ao certo, se ficou pior ou melhor do que o projeto que surgiu das plenárias populares.

• Bancos e as filas

Um projeto de lei com boas intenções, mas que não será respeitado pelo destinatário, caso seja aprovado hoje, é o que obriga as agências bancárias, no âmbito do município, a colocar à disposição dos usuários pessoal suficiente no setor de caixas para que o atendimento seja efetivado em tempo razoável. O projeto é do vereador José Carlos Batata (PT).

• Terrenos públicos

Também está na pauta de hoje o projeto de lei do vereador Primo Mangialardo que modifica o Programa de Adoção de Praças de Lazer, Esportivas, Viadutos, Pontes e Áreas Verdes em geral. O vereador sugere que os terrenos ociosos da prefeitura também sejam passíveis de utilização e conservação através de particulares, autorizada pelo poder público.

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