• Assunto antigo
O leitor Rodolpho Pereira Lima, de 78 anos, diz que leu com atenção a nota de ontem da coluna com o título “Mudança da Capital”, em que o deputado estadual Gilson de Souza (DEM) retoma a questão da defesa da transferência da Capital para o Centro do Estado. Segundo Lima, o assunto é antigo. Chegou a encaminhar cópia de um artigo escrito em 1979 por Chico Ribeiro e outro de sua autoria em 1989 abordando a questão.
• Acerto de contas
A partir de amanhã os partidos políticos e candidatos nas eleições municipais de 2008 poderão entregar suas contas parciais de campanha via internet no site do TSE. Essa primeira prestação de contas parcial deve ser feita até o dia 6 de agosto, com informações dos recursos recebidos para financiamento durante a campanha e também os gastos realizados.
• Inativos reclamam
Aposentados da Prefeitura de Bauru reclamaram que não iriam receber a pensão até o dia 4. Segundo Vanderlei Tomiati, presidente do Conselho Fiscal da Funprev, a entidade iria encaminhar hoje os proventos às agências bancárias e que depende dos bancos a realização do crédito.
• Não é obrigação
A Fundação de Previdência não pode ser penalizada nesta questão. Os inativos têm direito de requerer antecipação, mas a aplicação não é regra obrigatória. O que está previsto na norma é o pagamento no primeiro dia útil de cada mês. E tem outro aspecto. A Funprev tem de cumprir calendário de aplicação dos recursos, senão perde rentabilidade, e para isso tem de cumprir o planejamento traçado.
• Problema em aberto
O que a fundação previdenciária não poderia ter feito é mudar, sem segurança administrativa e jurídica, a fórmula de cálculo dos auxílios doença, penalizando servidores que se encontram nesta situação e que receberam a menos por erro da presidência. Mas a Funprev avança. Inclusive hoje completa curso de reciclagem para os servidores que atuam na área.
• Refração do espelho
A coligação “União por Bauru” conseguiu vencer a primeira disputa jurídica aberta na eleição local, contra o PSB. Mas a pendência lançada pelo partido presidido por Pedro Romualdo não foi bem digerida por alguns. Uma tese é a de que o próprio autor da acusação delimitou que questões da conduta no comportamento público sejam levantadas.
• Santinho ampliado
Que a candidata Rosa Izzo quer colar sua imagem na do ex-prefeito e marido todo mundo sabe. Mas para quem deu uma olhada no santinho da aliança PDT-PTB que começou a ser distribuído, dois pontos chamam a atenção. O formato estilizado do sobrenome Izzo é o mesmo que o ex-prefeito utilizou em suas campanha e em tamanho muito superior ao da Rosa.
• Leitura com lupa
O segundo aspecto é que somente com uma lupa potente é possível identificar os números de inscrição da candidatura e do registro da gráfica que efetuou o material de campanha. A informação é inelegível a olho nu. A lei eleitoral exige a identificação da tiragem e dos registros, para permitir a eficaz prestação de contas dos gastos depois. Mas desse jeito, o santinho terá de ir à perícia técnica para se levantar os dados.