Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Parecer favorável

O vice-prefeito e candidato a vereador pelo PMDB Renato Purini contabilizou vitória na primeita etapa do recurso apresentado ao TRE para buscar o deferimento de sua candidatura a vereador. Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral opina pelo provimento do recurso e deferimento do registro. A Justiça local não havia aceitado parte das informações prestadas por Purini, em razão de haver pendente um recurso em defesa das contas da Emdurb de 2005, presidida por ele.

• Franciscato em Bauru

Chegou a Grand Expo (de hoje a 17) e com ela a Fazendinha JC, que terá intensa movimentação de pessoas em geral, como em todas as edições, e, particularmente, da classe política, que sempre comparece em peso, mas neste ano com uma motivação a mais – a eleição. Neste sábado à noite, estará visitando o local o ex-prefeito e ex-deputado Alcides Franciscato, para se encontrar com amigos, sejam eles da política ou não.

• Conversa com amigos

Através do JC, Franciscato tem acompanhado de perto os fatos envolvendo Bauru e região, notadamente neste ano. Por isso, no mês de aniversário da cidade ele tem revelado especial interesse nos acontecimentos que impactam o destino do município que dirigiu. Sábado à noite certamente Franciscato conversará com bauruenses sobre estratégias políticas e o futuro da cidade, que ganhou impulso desenvolvimentista a partir de seu governo.

• Contas parciais no TSE

Até as 23 horas de ontem o site do TSE ainda não havia cumprido o que uma informação da própria página prometia: disponibilizar os dados de prestação parcial das contas dos candidatos a prefeito. Mas como boa prática rumo à transparência, apenas o candidato Rodrigo Agostinho (PMDB) se preocupou em mandar e-mail com informações. Ele recebeu até agora R$ 27.280,00 em doações e já contabiliza R$ 25.975,00 em despesas.

• Prefeito e os cavalos

Projeto aprovado pela Câmara Municipal a fim de disciplinar o cadastramento dos veículos de tração animal (carroças) na cidade começa a gerar polêmica. Sob a argumentação de que os carroceiros não podem ser onerados, os vereadores alteraram profundamente a proposta da administração municipal e jogaram no colo do prefeito a responsabilidade de tratar os animais que não estejam em condições ideais para o trabalho.

• Clínica de animais...

Se o Executivo sancionar a proposta aprovada em duas votações na Câmara, segunda-feira passada, terá de criar condições para fiscalizar os animais em circulação pelo município. Até aí tudo bem. É tarefa mesmo do Executivo fiscalizar serviços e questões urbanas como esta. Mas do jeito que a lei está, a prefeitura terá de constituir uma clínica de recuperação de animais.

• Polêmica à vista

Os parlamentares, que criticam a ausência da prefeitura em muitos setores – em parte com razão, agora aprovam uma lei que gera a necessidade de criação de um serviço incomum dentro da estrutura pública. Uma coisa é proteger as atividades de carroceiros, que vivem, sim, dificuldades. Outra é querer que a prefeitura recupere animais. Sem falar nas lacunas da lei que desprotege os animais. Sobre isso, vem chumbo grosso por aí.

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