• Ibope do governo
A pesquisa Ibope/TV Tem, divulgada anteontem, também ouviu 602 bauruenses, no último final de semana, quanto ao governo Tuga Angerami. Os números não são positivos para o prefeito. 56% dos entrevistas avaliaram o governo como péssimo (40%) e ruim (16%). 29% consideraram que a gestão atual é regular, 13% bom e apenas 2% a situaram como ótima.
• Reflexão pessoal
Em entrevista ao JC, no mês passado, o prefeito Tuga Angerami fez uma incomum auto-reflexão vinda de homens públicos sobre a imagem que considera que a população tenha de seu governo. O prefeito avaliou que queimou seu patrimônio eleitoral em nome do ajuste das finanças e que a escolha, segundo ele próprio, determina a baixa popularidade.
• Ofício de assessoria
A campanha eleitoral já vai entrar na fase de programas de rádio e televisão, na segunda quinzena de agosto, e somente as assessorias de comunicação de Caio Coube (PSDB) e Rodrigo Agostinho (PMDB) enviam, sistematicamente, a programação diária de compromissos dos candidatos. Os demais não se preocuparam, até agora, em alimentar a imprensa com esta importante informação. Há carência de planejamento ou desinteresse em relação aos veículos por parte dos demais?
• Notícias da mídia
Nesta semana os juízes do TRE-SP reformaram sentença de primeiro grau que determinou o recolhimento de folhetos com propaganda da coligação “São Paulo no Rumo Certo”, do candidado Gilberto Kassab, por propaganda negativa e identificação inadequada. O relator do processo, juiz Baptista Pereira, entendeu que as críticas não foram ofensivas, e que o material contém “mera reprodução de notícias da mídia impressa”.
• Dentro das normas
Na representação, Marta Suplicy pedia a proibição da propaganda por considerar ofensivas algumas expressões utilizadas nos folhetos, como “não vote em candidato ficha suja”. De acordo com o entendimento da corte, a crítica política é parte natural da campanha. Os juízes avaliaram ainda que a identificação da coligação no folheto, embora pequena, está de acordo com a legislação.
• Reunião no DAE
Representantes de imobiliárias de Bauru e do Departamento de Água e Esgoto (DAE) participaram de reunião ontem, na autarquia, para tratar do procedimento adotado em relação a débitos em contas de consumo de água. O assunto foi comentado pelo vereador João Parreira de Miranda (PSDB), na sessão de segunda-feira.
• Abacaxi na mesa
Segundo Fernando Pegorin, diretor do Secovi Bauru e da Rede Secovi, o problema é que quando as contas deixam de ser pagas por longo período quem responde são os proprietários dos imóveis e não os inquilinos. O problema é que o DAE vinha aceitando parcelamentos para inquilinos. Mas o contrato acaba e o abacaxi fica para o proprietário.
• Alteração na forma
Na reunião, o DAE comprometeu-se a realizar o parcelamento com os inquilinos somente com autorização do proprietário do imóvel ou representante legal. O presidente da autarquia, José Mauro Carneiro da Cunha, informou que atualmente o procedimento é notificar a pessoa se duas contas seguidas não forem pagas, com corte do fornecimento 30 dias depois.