• 43 dias de molho
Sábado à noite, na Fazendinha, no Recinto Mello Moraes, encontraram-se vários candidatos, entre eles Caio Coube (PSDB), Rodrigo Agostinho (PMDB) e Clodoaldo Gazzetta (PV). Mas foi o presidente do PV, médico Raul Gonçalves de Paula, quem se encarregou de descontrair o grupo. Ele viu Caio com o braço quebrado e não teve dúvidas em diagnosticar: “Você precisará ficar 43 dias com o braço engessado!!!”. 43 é o número do Partido Verde.
• Sem rádio; com TV
Outra piada daquela noite na Fazendinha: Caio quebrou o rádio, um osso do antebraço. Assessores atentos trataram de minimizar. “Não tem problema. Quebrou o rádio, mas na TV dará para estrear sem problemas no horário eleitoral gratuito, a partir de terça-feira...” Caio ouviu a tudo bem-humorado, enquanto cumprimentava o presidente dos grupos Cidade e Prata, Alcides Franciscato.
• De olho no PAC
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) esteve em Bauru sexta-feira para participar do programa de TV do candidato a prefeito Caio Coube. Perguntado sobre a possibilidade dos prefeitos obterem recursos no governo federal, ele fez referência ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Só que apenas falar no PAC não resolve. É preciso dinheiro do PAC.
• Faltariam projetos
Segundo Jardim, o governo estabeleceu o PAC e vinculou bom montante de dinheiro para as obras, no entanto, os investimentos estão aquém do esperado. Um dos problemas, relata o parlamentar, é que as prefeituras não vêm realizando projetos qualificados. Está aí uma dica para o próximo prefeito: investir na elaboração dos programas e correr a Brasília. E ver se é só isso mesmo...
• Mecanização da cana
Outro ponto abordado pelo parlamentar foi com relação ao novo prazo (2014) para o fim da queima da palha da cana-de-açúcar. De acordo com ele, cerca de 40% da atual safra será colhida por máquinas. O parlamentar relaciona duas questões paralelas. A primeira é a possibilidade de apoio aos pequenos fornecedores, devido ao alto custo da colheita mecanizada. A segunda é a necessidade de programas de qualificação da mão-de-obra dos cortadores da cana, que ficarão desempregados.
• Acenderam as luzes
E a posição próxima de Rosa Izzo na recente pesquisa eleitoral do Ibope/TV TEM fez acender a luz de alerta na coordenação da campanha de Rodrigo Agostinho. Além de ser chamado a discutir em grupo as estratégias de campanha, a conversa também navegou sobre estrutura e uma necessária solução em relação a palpiteiros de plantão, aqueles que nunca põem a mão na massa, mas sempre estão por perto pedindo uma mesa-redonda de “avaliação de estratégias”.
• Planos de governo
A série que discute os principais tópicos de gestão entre os programas de governo dos candidatos, que vai até a próxima terça-feira, está produzindo mais que uma oportunidade de comparação entre as candidaturas. Algumas coordenações de campanha estao aproveitando as abordagens diárias do JC para reavaliar os conteúdos. Em alguns casos, tem programa de govenro que já sofreu modificações, com inclusões e ajustes de propostas. Hoje o tema é esportes e cultura.
• Candidatos x Justiça
Somam 78 os vereadores das capitais brasileiras que estão concorrendo a algum cargo eletivo nas eleições municipais deste ano e que respondem a alguma ação na Justiça. Os dados da ONG Transparência Brasil. Ainda de acordo com o levantamento, a capital com maior percentual de vereadores-candidatos nessa situação é Goiânia, com 29%, ou nove dos 31 vereadores. Na seqüência aparecem São Paulo (26%) e Belém (24%). Manaus, João Pessoa e Porto Velho estão na casa de 20%.