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Canoagem Nivalter Santos avança às semifinais

O brasileiro Nivalter Santos chegou em sexto lugar em sua eliminatória da categoria C1 1.000 m da canoagem nos Jogos Olímpicos de Pequim, ontem, e avançou à semifinal, com o tempo de 4min17s407. Na eliminatória do brasileiro, o primeiro colocado foi Vadim Menkov, do Uzbequistão, com o tempo de 3min56s793. Na eliminatória, os competidores foram divididos em três baterias. O primeiro colocado se classificava direto para a final, e quem chegasse do segundo ao sétimo lugar estava classificado para a semifinal. A semifinal do C1 1.000 m será realizada amanhã, por volta das 5h.

Maratona Aquática Brasileiras estréiam

Ana Marcela Cunha e Poliana Okimoto disputam hoje, a partir das 22h, a maratona aquática. Será a estréia da modalidade no calendário olímpico. Com apenas 16 anos, a baiana Ana Marcela se diz preparada para a disputa. Ela é atualmente a segunda colocada no ranking mundial da prova. “Por enquanto estou encarando a Olimpíada como mais uma competição difícil. Estou tranqüila. Sei que fiz uma boa preparação e me sinto na minha melhor forma”, disse Ana, ao site da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos. Ela e Poliana Okimoto, prata no Pan de 2007, fizeram treinos e aclimatação em Macau. As duas treinaram ao lado de Allan do Carmo, que disputa a prova masculina no dia seguinte, no mesmo horário.

Taekwondo Márcio Wenceslau estréia

O estreante olímpico Márcio Wenceslau faz, a partir da 1h45 de hoje, sua primeira disputa nas eliminatórias do taekwondo nos Jogos de Pequim. O brasileiro faz a última luta do dia, na categoria até 58kg, contra o iraniano Reza Naderian. Em Atenas-04, Márcio viu seu irmão Marcel ser eliminado logo na estréia, após derrota para o egípcio Tamer Bayoumi.

Vila Olímpica Argentina não aprova

A Argentina, rival de hoje do Brasil, provou a Vila Olímpica e não gostou. Depois de ficar hospedado na Vila na primeira fase, quando enfrentou a Sérvia em Pequim, o time de Messi, que terá o apoio de Maradona no estádio, optou por ficar em um hotel antes do jogo com os brasileiros. Segundo a federação argentina, a razão foi que os jogadores queriam “ficar mais focados” no clássico. Alguns atletas também reclamaram da falta de acesso à Internet e de aparelhos de TV nos apartamentos. Já o Brasil teve ontem o primeiro contato com o abrigo de milhares de atletas na capital chinesa e se deparou com os mesmos problemas que os argentinos.

Clima Marilson teme calor

Há quatro dias na China, o maratonista brasileiro corre para se adaptar ao fuso horário em Pequim, pois ainda está acordando de madrugada. “Estou mais preocupado neste momento com o calor e a umidade. A poluição, a gente está vendo, melhorou muito”, explicou Marilson dos Santos, que deseja temperatura até 25ºC. Sem ter visto a maratona feminina - estava treinando -, ele apontou os africanos como favoritos no masculino.

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