• Bom humor na crítica
O vereador Toninho Garmes (PTB) estava bem mais tranqüilo na sessão de ontem, em comparação com recentes reuniões. O bom humor, entretanto, não o impediu de criticar a postura do prefeito Tuga Angerami na apresentação de vetos ao Plano Diretor (PD). É que a Câmara discutiu erro no mapeamento de uma área, o que gerou problemas a um empreendimento.
• Aparte dos apartados
Garmes teve estado de espírito ao criticar o erro do governo. “Lamento a, abre aspas, boa assessoria, fecha aspas, que o prefeito teve para analisar este projeto e que interfere inclusive no direito à propriedade”, disse. Primo Mangialardo se empolgou e pediu imagens para mostrar a gleba. Toninho disparou, com sorriso largo: “Estamos tão a cavalheiro, fora da eleição, que inventamos o aparte ilustrado”.
• Sentiu efeito colateral
Aconteceu em um clube social, sábado. Um candidato da aliança União por Bauru pediu votos a praticantes do tênis: “Vocês me conhecem e sabem do meu trabalho social e na periferia”. Um tenista disse que não votaria no candidato e explicou: “Tem candidato dizendo que quem tem asfalto na rua é da elite. Então você não vai atender minhas reivindicações”, ironizou o eleitor.
• Melhor amigo do Caio
O tucano Caio Coube não larga de um caderno em suas andanças. Ele carrega o plano de governo e anotações de opiniões, sugestões e críticas. Para saber parte do conteúdo das anotações basta comentar dados, números da máquina pública com o candidato. Ele abre o caderno na hora e anota o que foi dito.
• Gerenciando o tráfego
O comando da Emdurb adotou uma postura antigerencial e contrária ao interesse da sociedade na discussão dos defeitos no sistema de fiscalização de radares e lombadas, evitando discutir o assunto. Tomara que não continuem inventando nas ruas. Ontem, alguém falou em colocar obstáculo no meio das vias para “solucionar” o buraco negro das lombadas.
• Perseguição aos edis?
Um grupo de vereadores acusou a empresa de perseguição, através de multas, em relação aos edis que têm criticado a atuação dos azuizinhos. A bronca foi feita por João Parreira, Benedito da Silva, Marcelo Borges, todos do PSDB, Primo Mangialardo (PV) e José Carlos de Souza Pereira Batata (PT). Segundo Parreira, ou existe retaliação ou os azuizinhos são cegos.
• Gastos muito tímidos
Rodrigo Agostinho informa sua segunda prestação de contas. Até o momento arrecadou R$ 29,2 mil (R$ 27,7 mil de pessoas físicas e R$ 1,5 mil de recursos próprios). Já as despesas somaram R$ 27,5 mil. Tanto Rodrigo quanto Caio apresentaram números tímidos diante da previsão de gastos que informaram, respectivamente de R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão. O tucano informou receita de R$ 24,4 mil e despesa de R$ 15 mil.
• Gente trabalhadora...
Em tom de ironia, Primo diz que assistiu recentemente ao programa eleitoral na TV e ficou impressionado com tantos candidatos a vereador dizendo que vão trabalhar pelo município. “Nunca vi essas pessoas trabalhando, nem mesmo vizinhos delas”, disse. “Eleitor, desconfie, peça a carteira de trabalho ou outro documento que prove que a pessoa realmente trabalha”.