São Paulo - Embora a Justiça Eleitoral vete o uso de sites não-oficiais na campanha, eleitores vêm explorando intensamente o YouTube, com a divulgação de vídeos constrangedores de candidatos. Links com gafes também se proliferam por blogs e pelo Orkut. O “relaxa e goza” de Marta na crise aérea já foi visto mais de 112 mil vezes no YouTube e aparece em comunidades contra a petista. O mesmo acontece com o episódio em que Kassab expulsou um manifestante de um centro de saúde aos gritos de “vagabundo”.
Segundo o TSE, a propaganda só pode ser feita nas páginas oficiais de candidatos e partidos. O tribunal diz que analisa “caso a caso” as polêmicas que chegam sobre o assunto.
No Orkut, há gafes de Maluf incluindo a “se (Celso) Pitta não for um grande prefeito, nunca mais vote em mim”. Em Salvador, eleitores fizeram circular gafe de Walter Pinheiro (PT) e a declaração, em 2005, de ACM Neto (DEM) sobre “dar uma surra” no presidente Lula. No Rio, é hit entrevista de Jô Soares com Marcelo Crivella (PRB).