Política

Dois grupos disputam a direção do Sinserm

Alcir Zago
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Diferentemente dos últimos 12 anos, a eleição para compor a nova diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bauru (Sinserm) para um mandato de quatro anos, a partir de janeiro de 2009, terá disputa.

De segunda-feira até ontem os filiados da entidade escolheram duas chapas com posições divergentes: a “Democracia e Luta - Conlutas”, da situação e ligada a esse grupo; e a “União dos Servidores”, da oposição e vinculada à Central Única dos Trabalhadores (CUT). Doze urnas foram usadas para receber os votos: oito volantes e quatro fixas. A contagem foi concluída após o fechamento desta edição.

O atual comando do sindicato vinha concorrendo à reeleição com chapa única. No entanto, em 2006, após uma greve que durou 24 dias e atingiu principalmente as secretarias de Saúde e Educação, houve debandada de alguns diretores que formaram um novo grupo. “Resolvemos deixar o sindicato porque somos contra o radicalismo e a favor do diálogo e do consenso para negociar os direitos dos trabalhadores”, afirma Maria Ester dos Santos, que concorre pela chapa “União dos Servidores”.

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