Esportes

Cameschi rebate as ‘alfinetadas’ presidenciais

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

O ex-presidente noroestino Ibrahim Cameschi respondeu as críticas recebidas do presidente Damião Garcia e negou que esteja envolvido nos protestos de torcedores que pediram a saída de Fernando Garcia do cargo de diretor financeiro do Norusca. “Eu não tenho nada contra o filho dele (de Damião), absolutamente. Apenas eu não acho muito certo um diretor financeiro trabalhar com jogadores do próprio clube. Se ele tem uma empresa, tudo bem, pode trabalhar, pode até fazer negócios com o Noroeste. Mas não sendo diretor do próprio Noroeste”, considerou.

Cameschi rebateu as afirmações de Damião Garcia de que não havia contribuído em sua administração. “Acontece que eu realmente ajudei, eu ia lá, trabalhava. Inclusive participei da subida do clube para a primeira divisão, para a Série A. A verdade é essa: eu estava lá como vice-presidente”, garantiu. “Inclusive, quando nós subimos, aqueles principais jogadores, o Lenílson, Edmílson, Jorge Henrique e Sinval, quem assinou a papelada para a Federação Paulista e para a CBF fui eu, porque o Damião não estava bem, não estava em Bauru porque estava com problemas de saúde, em São Paulo. Eu que assinei tudo. Eu que saía do meu escritório e ia lá para o Noroeste assinar toda a papelada. Eu colaborei, andei pagando dívidas do Noroeste de aluguel de anos passados”, apontou.

Cameschi aproveitou para alfinetar o atual presidente noroesino. “Enquanto eu estava lá, o Noroeste foi campeão. Subiu em 2005, eu era vice-presidente, e o clube foi campeão da Copa Federação, depois não foi campeão de mais nada. Depois que eu saí de lá, de vice-presidente, o Noroeste não ganhou mais nada. O que o Noroeste ganhou depois de 2005? Agora, depois que eu saí de lá, ele pediu o cargo para mim, não sei por quê, então tudo bem. Ele disse que ia formar um conselho, o pessoal do conselho ia dar R$ 5.000,00 por mês. Eu falei, ‘bom, R$ 5.000,00 por mês eu não posso dar’”, argumentou.

O Jornal da Cidade tentou entrar em contato com o radialista Luiz Carlos Silvestre, também criticado por Damião Garcia, mas não conseguiu contatá-lo em sua residência e em seu telefone celular.

Comentários

Comentários