Esportes

Competidores enfrentam ‘teste físico’

Luiz Beltramin
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O sol escaldante sentido no final de semana, durante o qualificatório internacional, voltou a castigar os competidores nas partidas de ontem. “A melhor preparação para esse tipo de situação é o descanso aliado à hidratação”, receita o técnico boliviano Alberto Crupi, durante o jogo do compatriota Maurício Doria Medina frente ao argentino Facundo Bagnis, vencida pelo competidor portenho.

Sob as mesmas condições, o também argentino Juan Pablo Vilar, cabeça de chave número 4, superou o norte-americano Jamie Gresh, por 2 sets a 1 (3/6, 6/2 e 6/1). “A quadra está muito rápida e o americano saca forte. Foi um jogo em que o preparo físico foi primordial”, avalia o argentino. “Não foi uma partida bonita. Foi uma disputa em que valeu mais o preparo físico”, considera.

Nesse jogo, a equipe de fisioterapeutas da Universidade do Sagrado Coração (USC), parceira da organização do campeonato, foi acionada para atender ao norte-americano, que sentia dores lombares.

Roseli Cristina Leme Pocay, professora de Fisioterapia Preventiva da USC e supervisora dos trabalhos no BTC, ontem à tarde, afirma que o jogador dos Estados Unidos, antes do início dos jogos, já havia apresentado seu “histórico” de lesões aos fisioterapeutas. “No jogo, alguns movimentos resultam em sobrecarga do punho, ombro, coluna lombar, joelho e tornozelo, principalmente em jogadores de grandes torneios, como é o caso”, observa.

O norte-americano, que rapidamente voltou para o jogo após o atendimento, também demonstrava desgaste por ter participado, na véspera, de duas partidas qualificatórias para a chave principal do JCNET Future. “Atendemos um grande número de chamados em quadra”, revela a supervisora.

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