• Gasto eleitoral
O prefeito eleito, Rodrigo Agostinho (PMDB), afirmou que sua prestação de contas em relação aos dois turnos na campanha deste ano totalizou R$ 169.455,00. A maioria das contribuições foi de pessoas físicas e o comitê financeiro não foi utilizado para contabilização de gastos. O detalhamento sairá após tramitação do processo junto à Justiça Eleitoral.
• Sem informação
O candidato a prefeito pelo PSDB, Caio Coube, derrotado nas urnas em segundo turno, não informou ontem ao telefone quanto declarou ter gasto em sua campanha eleitoral deste ano. O tucano solicitou que o dado fosse levantado junto ao Cartório Eleitoral. Este, por sua vez, só informa a cifra quando o processo for levado ao conhecimento do juiz Enio Moz Godoy.
• Pelo funcionamento
O questionado funcionamento do elevador da Câmara Municipal de Bauru teve uma informação adicional anteontem, durante a sessão. Enquanto dezenas de crianças lotavam o saguão, em apresentação de coral com músicas natalinas, a assessoria da presidência pontuou que o equipamento funciona normalmente, mas com acompanhamento por um funcionário para destravar uma espécie de alavanca.
• Não pode faltar
Rodrigo Agostinho anuncia nos próximos dias a equipe que vai realizar a transição de governo na fase técnica-administrativa. Ele pretende dizer quem são as pessoas que verificarão as informações pontuais, mas sem sobressaltos. Enquanto isso, Rodrigo pediu, em especial a Tuga Angerami, que não lhe faltem materiais como capa asfáltica, combustível, areia e pedra logo no início da gestão, em janeiro próximo.
• Porta de entrada
Pelo menos duas ou três das sete antigas sedes das Administrações Regionais (Sear) voltarão a funcionar na gestão de Rodrigo de início. Ele quer que as unidades nos bairros funcionem como centrais de solicitações de pedidos para pequenos reparos e manutenções. O prefeito eleito disse que não dá para abrir tudo de uma vez e quer dar a cara de suporte operacional para pequenas intervenções à nova Sear.
• Lista de pendências
É comum ações e projetos de governo ficarem de uma gestão para outra. Mas a demora na execução e falta de vontade de resolver alguns temas têm demonstrado que a lista de pendências da sucessão de Tuga aumenta a cada dia. Além disso, a lista ainda é engrossada por itens que não andaram no Legislativo e na máquina.
• Tocando no problema
O vereador Marcelo Borges (PSDB), que havia falado sobre a preocupação com a desvalorização de títulos de fundos investidos pela Funprev neste ano, retornou ao tema na sessão de anteontem para manifestar que o perigo era real, referindo-se à queda acumulada de mais de R$ 16 milhões no valor dos títulos somente em 2008, conforme matéria do JC da semana passada.
• Discurso com ironia
Depois de Primo Mangialardo (PV) soltar a canção de Roberto Carlos (aquela do cachorro em frente ao portão que sorriu latindo para quem voltou) em “homenagem” ao retorno de Paulo Canalli na assessoria de gabinete do prefeito, na última sessão, o petista José Carlos Batata ironizou que a compra de mais de R$ 300 mil de carne pré-cozida no final do ano pode ter sido “coisa dele”, falando de Canalli.