Poderia começar esta missiva repetindo a sua frase inicial sobre a crise do Bush e seu efeito dominó na Europa e na Ásia, que com toda certeza irá nos afetar, é claro! Nós já somos sabedores, sr. Rafael Moia Filho (TL 27/11), dos ditames e das regras governamentais que regem este país, que segundo a história alega fora descoberto pelos portugueses. Eu diria mais: fomos invadidos pelos mesmos. Uma vez que invadidos fomos e desde então nos catalogaram de acordo e à mercê da vontade da coroa imperial, nada mais me espanta.
Creio que nossa subjugação advém de nossa cultura luso-brasileiramente linda, onde tudo é possível e passível e, por mais que falemos a respeito mil vezes, estas mil vezes entoarão como um rugir momentâneo de cidadânia eufórica. Falamos muito e, infelizmente, agimos pouco. Agora, quanto ao nosso presidente estar em Roma, deve ser para pedir "perdão" e "remissão" dos seus escrachos, uma vez que até ele, que veio do povo para reger para o povo, pelo povo, nada ou quase nada fez.
Repetir ou fazer uso de suas palavras de outra forma mas com o mesmo sentido, seria apenas uma denotação de que pensamos, não só no hoje, no amanhã, mas que tivemos um ontem e que este ontem foi no ano sagrado de nosso Senhor em 1.500 (DC), e que continuamos com as nossas viseiras, como que atrelados a carroça e os "feitores" nos açoitam com os seus chicotes, até os dias de hoje. Portanto, “tudo já foi dito uma vez, mas como ninguém escuta é preciso dizer de novo, de novo e de novo” - André Gilde.
Wilson Carlos de Oliveira - estudante