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Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Aval de Jurandyr 1

O vereador eleito Jurandyr Bueno Filho (PPS) festejou a escolha do arquiteto Eliseu Areco para a Secretaria de Obras da Prefeitura de Bauru. O futuro secretário de Obras de Rodrigo Agostinho estagiou no escritório de Jurandyr, que o incentivou a cursar arquitetura.

• Aval de Jurandyr 2

“Ele é extremamente competente, gente muito boa, trabalhador e está sempre de bem com vida. Só o vejo sorrindo. Cairá como uma luva na Secretaria de Obras”, testemunhou Jurandyr Bueno Filho, atualmente colega de Areco na Unip, onde dão aulas.

• Varanda da política

Por falar em Jurandyr, ele reestréia na política com a corda toda. A varanda de sua casa tem se transformado em local de muitas reuniões, notadamente em relação à eleição da nova direção da Câmara Municipal de Bauru. “Outro dia chegamos a nos reunir em 10 vereadores aqui”, disse o futuro parlamentar do PPS.

• Veterano na política

Para quem nasceu mais recentemente, vale informar que Jurandyr já foi vice-prefeito de Bauru, no período de 1973 a 1976, na chapa que elegeu Edmundo Coube prefeito da cidade, em pleito de candidatura única. O arquiteto-político fez parte do período de grande desenvolvimento de Bauru.

• Sentinela em alerta

O vereador Toninho Garmes (PTB) falou com emoção de sua trajetória pessoal e de sua família à TV Câmara. A gravação, que vai ao ar na próxima segunda-feira, às 21 horas, mostra Garmes de coração aberto, mas não sem antes avisar que estará sentinela com os destinos da coisa pública, mesmo sem mandato.

• Busca da moralidade

Garmes contou de onde veio e sobre o que fez. No capítulo mais recente de sua história política, avaliou que não se arrepende das medidas, muitas vezes duras, que tomou no exercício do mandato. Classificou o período farto de representações de sua autoria contra o Executivo, sobretudo entre 1999 e 2004, como de “transição pedagógica” para a busca da moralidade.

• Contas da Funprev

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) não acolheu recurso da Fundação de Previdência (Funprev) e manteve o acórdão pela reprovação das contas do órgão referentes ao exercício de 2005, quando a presidência esteve a cargo de Maria Inês Sander. A auditoria apontou regularidade nas áreas de licitação, ordem cronológica de pagamentos, almoxarifado e outros. Mas elencou problemas na execução daquele ano.

• Por irregularidades

O levantamento do Tribunal de Contas elenca faltas da Funprev com a dívida ativa, a concessão de benefícios, a execução orçamentária de 2005, o sistema atuarial (que define a relação no tempo entre receitas e despesas para manter a solvência do sistema) e a não obtenção do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP). As dívidas não parcelas pela prefeitura até aquele instante e o pagamento de benefícios em desacordo com a lei pesaram na apreciação do TCE.

• Natal sem um terço

Chegamos ao Natal e a expectativa pelo fechamento do seleto grupo de secretários do futuro governo municipal continua. Ainda falta pelo menos um terço dos nomes. Alguns poderão ser anunciados até amanhã pelo prefeito eleito Rodrigo Agostinho.

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