Bairros

Secretário planeja 10 novas praças na cidade

Wagner Carvalho
| Tempo de leitura: 3 min

Ainda neste ano, pelo menos quatro bairros deverão ganhar novas praças em Bauru. A informação é do secretário municipal do Meio Ambiente, Valcirlei Gonçalves Silva. De acordo com ele, os projetos dessas praças deverão ficar pronto em breve e as obras também deverão ser iniciadas. “Outros seis projetos foram iniciados e deverão ficar prontos até o final de 2009”, acredita o secretário.

O início das obras dessas praças só deverá acontecer no próximo ano. Isso porque, além de executar as obras dos quatro primeiros projetos, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) também terá de trabalhar com a recuperação das praças já existentes. “As primeiras serão construídas na Pousada da Esperança, Vila Nova Esperança e jardins Tangarás e Colina Verde”, afirma.

Silva explica que cada projeto irá contar com um amplo espaço de convivência, parque infantil, paisagismo e acessibilidade garantida para os deficientes físicos. “A idéia é que essas novas praças sigam os mesmo moldes da Kasato Maru, localizada no Jardim Eugênia, construída em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa, e a localizada na Vila Nova Esperança, em frente à Escola Municipal de Educação Infantil Integrada (Emeii) Caic. As duas possuem padrões que atendem aos novos projetos do município”, explica Silva.

De acordo com o secretário, cada nova praça deverá custar, em média, R$ 500 mil para o município. Todas as áreas escolhidas para a construção dos dez novos espaços possuem amplo terreno e o investimento é bastante alto.

A da Vila Nova Esperança, por exemplo, possui área de 2.424,99 metros quadrados (m2) e o terreno precisou receber serviços de aterramento para nivelação do piso, proteção com miniguias, preparação da base e concretagem de calçadas e passarelas. Além disso, o espaço conta com mais de 1.200 m² de calçadas, com três metros de largura, seis rampas para deficientes, 17 bancos de concreto, mudas de árvores e quase 2.000 m2 de grama plantada.

Uma praça simples, de acordo com o secretário, custa, em média, aos cofres públicos cerca de R$ 150 mil, valor que inclui alguns bancos, paisagismo e calçamento. “Por isso os projetos precisam ser inaugurados na medida do possível”, adianta.

Mesmo a recuperação e revitalização das praças já existentes (a maior parte construída há mais de 20 anos) também irá requerer um investimento alto (não informado), razão pelo que não será efetuado de uma vez.

O secretário reconhece que, das 270 praças existentes, a maior parte delas precisa de algum tipo de investimento. “Algumas necessitam apenas de uma capinação, de uma pintura e a troca de parte das miniguias, já outras precisam ser recuperadas por completo, já que necessitam da troca do calçamento, iluminação, paisagismo, bancos e adaptações para as necessidades do usuários daquele bairro”, explica.

O titular da Semma adianta que essas reformulações irão acontecer de forma gradativa. “Além das praças, temos os canteiros centrais e outras áreas verdes no municípios que também são de responsabilidade nossa e requerem investimentos”, justifica.

O secretário não revelou o valor que será destinado para a construção e reformas dessas praças na cidade, mas deixou claro que a Semma irá buscar recursos no Estado e na iniciativa privada por meio de parcerias.

Silva lembra que parte das revitalização pode ser feita pelos próprios funcionários da Semma, já outros serviços necessitam da contratação de pessoas especializadas para sua execução. “É mais um custo que precisa ser pensado”, ressalta.

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