Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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• Pedra no sapato

“Como perguntar não ofende, será que a Sear, assim como foi com o Tuga, também será uma pedra no sapato (que até tem recebido elogios) do senhor prefeito municipal? Se não há, se há o que fazer, será que não há, Sear, será mesmo?”. A pergunta é do leitor Aurélio da Silva Braga.

• Cabide da Sear Para quem está lendo o jornal apenas hoje nesta semana, chamou a atenção a volúpia em se preencher vários (11) cargos na Secretaria das Administrações Regionais (Sear), que está parcialmente desativada e sem maquinário para trabalhar. Apadrinhado político é o que não falta na pasta.

• Em cima da bota Por falar em sapato, é mesmo como disse o leitor Aurélio - os sapatos, na verdade botas, de Rodrigo Agostinho (PMDB) tem sido uma marca registrada de sua forma de atuar. Seja para ir ao bairro ou a uma solenidade, o prefeito não sai de cima de sua bota, como nesta semana, no Café com Política.

• ‘Batalhão’ garantido A briga pela criação de um batalhão da Polícia Militar exclusivo para atender a cidade de Bauru, encampada pela classe política e setores representativos da cidade nesta semana, promete ser longa e exaustiva. Tanto que alguém brincou: “O batalhão (uma grande batalha) está garantido...”

• Só 100 anos depois... Outra colocação inusitada sobre o pedido de criação de um batalhão, feito ao comandante geral da Polícia Militar, coronel Roberto Antônio Diniz, foi o argumento irrecusável de que o atual batalhão já tem mais de 100 anos. O presidente da APJ, Renato Zaiden, e Pedro Tobias se valeram dele.

• Quórum das cores Aproveitando que 12 vereadores estiveram no Café com Política, quinta-feira, para a reunião com o comandante geral da PM, o vereador Jurandyr Bueno Filho (PPS), arquiteto, consultou vários deles sobre as 9 cores que selecionou para que seus colegas pintem seus gabinetes, recém-escolhidos.

• De fato e de direito Um observador da política resolveu a dúvida sobre quem é o líder do prefeito Rodrigo Agostinho na Câmara Municipal - se José Carlos Batata (PT) ou Renato Purini (PMDB): “Um é líder de fato e outro é líder de direito”, referindo-se aos dois políticos aliados ao prefeito.

• Com a palavra final Na verdade, o líder é mesmo Purini e isso ficou claro no momento em que se discutia a votação ou não de um projeto de lei do Executivo, na sessão extra de quarta-feira. Purini interveio e decidiu, em nome do prefeito, que o processo deveria ser votado naquele dia. E assim ocorreu, com a concordância dos líderes partidários.

• Exagero funcional A partir da reengenharia de cargos de confiança feita na Câmara Municipal, alguns ajustes de espaço e comportamento ainda estão em andamento. Há gente reclamando de que há funcionário se excedendo em suas funções e querendo interferir diretamente no processo político legislativo. O presidente da Casa, Pastor Luiz, já recebeu as reclamações.

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