Não me canso de perguntar por qual razão a imprensa atual finge esquecer fatos do passado (ou realmente desconhece) e entrega-se às mentiras e leviandades com que a esquerda reescreveu a história do Brasil, a partir de 1979. Darcy Rodrigues e Carlos Lamarca nunca lutaram contra a ditadura.
Lamarca, criminoso, desertor e terrorista, participava dos fóruns na ilha de Fidel Castro desde o começo da década de 60, embalado pelo sucesso da Revolução Armada Cubana. Até 1964, os militares mantinham-se em estrito silêncio, fatos que permitiram a instalação da anarquia no quase três anos de governo de João Goulart, comunista convicto.
Qualquer pessoa com um mínimo de inteligência perguntaria se os congressos ou cursos de guerrilha que havia na ilha cubana, patrocinados pela extinta URSS, discutia “democracia” ou “implantação do comunismo pela luta armada”? Qualquer um que se preocupe com a verdade documental vai verificar que Lamarca pregava que sem a luta armada não implantaria o verdadeiro comunismo. Com um detalhe: isso ocorreu antes do contra-golpe de 64! Os militantes da esquerda mentem, como sempre mentiram sobre estes fatos e dizem que combateram a ditadura. Todos eles, do alto de sua burrice mambembe, afirmam que iam e vinham de Cuba. Ora, a ilha de Fidel foi algum exemplo de democracia, ao longo de cinco décadas? Os comunistas pregaram a democracia algum dia?
Pela visão dos nefelibatas que se intitulam como subversivos, ser assassino e terrorista é um mal menor, quando o que está em luta é a implantação do comunismo. Foi para estes que os militares trouxeram problemas, não para o Brasil. A ação militar precisou ser enérgica face à violência que os terroristas impuseram. Por que nunca falam dos cerca de 170 civis e agentes públicos inocentes que foram covardemente mortos pelos “subversivos”? Civis que foram assassinados, mutilados e feridos nos atentados terroristas ou “justiçamentos”? Por qual razão estes mesmos civis nunca receberam polpudas indenizações, à exemplo do nobre Darcy Rodrigues, ou à nefasta horda de marginais que assaltam, dia após dia, os cofres públicos no governo Lula? Se o Governo Militar ficou mais tempo do que se pretendia no início, tribute-se essa conta à demência dos comunistas, que tiveram empenho, recursos financeiros e treinamento suficientes para importunar o país com as idéias de Che e Fidel. Sem a ação das Forças Armadas, hoje estaríamos trocando vales do governo por ração e leite. Mas como os militares nos garantiram a permanência da democracia, os subversivos de ontem, eleitos, distribuem apenas bolsa-esmola. A epopéia comunista ainda não acabou.
Ivan Garcia Goffi - 3223-1552 / 9771-3200