Economia & Negócios

Telefonia gera prejuízos para o Distrito 2


| Tempo de leitura: 1 min

O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) e a Prefeitura de Bauru farão uma ação conjunta contra a Telefônica para resolver um antigo problema que provoca prejuízos a empresários do Distrito Industrial 2, localizado às margens da rodovia Bauru-Jaú. Decisão foi tomada ontem, em reunião que discutiu o problema.

“O telefone fica mudo, às vezes, a linha fica com chiado. O setor produtivo está descontente com a Telefônica. O Ciesp encaminhou ofício à empresa faz um mês e não recebeu nenhuma satisfação”, diz o diretor regional do Ciesp Regional Bauru, Domingos Malandrino. O secretário de Desenvolvimento Econômico de Bauru, Nico Mondelli, optou por entrar na “briga”, que iniciou com denúncia à imprensa.

“A linha é muito baixa, com chiado. Faz sete anos”, comenta Alex Newton de Souza Salvadeo, dono da Latitude Lavanderia. Inicialmente, ele acreditou que o problema seria apenas na empresa dele, mas estava enganado. Na rua, um técnico comentou que o sinal ficaria longe. “Mas, oficialmente, a Telefônica não informa nada”. Enquanto isso, até a banda larga fica lenta. Ele comprou celulares para garantir as conversas e agora gasta mais com telefonia.

Já Rodrigo Manzano, proprietário da Ecirtec, desembolsou R$ 800,00 porque a linha reservada ao fax foi ligada em orelhão. Diariamente, ele testa as outras. “Tenho quatro linhas e semanalmente tenho que entrar em contato com a Telefônica para reclamar de uma delas. Ou não recebe ligação ou tem tanto chiado que não dá para ouvir. A gente não tem balcão, o contato é telefônico”, explica. Seus clientes não são só de Bauru, como do País e do Exterior. A Telefônica informa, via assessoria de imprensa, que recebeu o ofício do Ciesp e realiza estudo para melhorias na rede, que já foram iniciadas.

Comentários

Comentários