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Da Redação
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• Toque de recolher

Depois da manchete da última sexta-feira sobre as primeiras punições a pichadores em Bauru, hoje o JC põe em discussão o chamado “toque de recolher” para menores, que algumas cidades adotaram. Em ampla matéria de três páginas, são contempladas diferentes visões sobre o assunto e uma pesquisa com mais de 1.500 internautas do JC.

• Não à queda livre

Em visita ao Aeroclube de Bauru, ontem, o deputado federal José Paulo Tóffano (PV) foi convidado pelo prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) a se aventurar em um salto de pára-quedas com a turma do Skydive. “O avião já está te esperando”, convidou Agostinho. “Não, obrigado, eu volto amanhã”, esquivou-se o deputado.

• Só com asa delta...

Ao contrário do secretário da Administração, Nico Mondelli, que saltou de pára-quedas ontem, o deputado considera a queda livre emoção muito forte. “Hoje eu ainda não estou preparado psicologicamente. Se fosse de asa delta até toparia.” O vereador Natalino da Pousada (PV) estava junto e também caiu fora.

• Com pés no chão

Rodrigo instigou Tóffano até vê-lo declinar, mas quando a repórter do JC Karla Beraldo propôs a ele saltar, o jovem prefeito também recusou, dizendo que prefere muito mais a terra firme. Ambos, Rodrigo e Tóffano, conversaram sobre a Comendador Martha, o PAC e outros temas político-administrativos.

• Viaduto autorizado

Tóffano veio a Bauru dizer que o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (DNIT), órgão do governo federal, autorizou a contratação do projeto para um viaduto na Comendador Martha, na passagem de nível com a ferrovia, próximo ao trevo de acesso ao clube de campo do BTC.

• DEM chama Caio

O ex-candidato a prefeito Caio Coube (PSDB) foi convidado a se filiar ao DEM, com vistas a uma candidatura a deputado em 2010. A princípio, não aceitou. Porém, não seria surpresa uma transferência e mesmo a candidatura a deputado no ano que vem, pelo antigo Partido da Frente Liberal.

• Defesa indefensável

Durante o verdadeiro leilão que se estabeleceu na Prefeitura de Bauru para a venda da operacionalização da folha de pagamento, teve gente do primeiro escalão que defendeu com unhas e dentes, até o fim, a proposta de R$ 17,7 milhões feita pelo Banco do Brasil, que acabou suplantada por uma oferta de R$ 19 milhões da Caixa Econômica Federal.

• “Embaixador do BB”

A insistência do “embaixador do BB” na prefeitura chamou a atenção porque mesmo com a proposta melhor da CEF ele insistiu com Rodrigo que a folha deveria continuar como está. Ainda resta uma esperança ao assessor, pelo menos até que a CEF coloque o contrato na mesa do prefeito, talvez amanhã.

• Contas bem taxadas

Um leitor, que se identificou como funcionário da prefeitura (nome preservado), enviou e-mail nesta semana para reclamar de taxas que o banco detentor da conta atualmente (BB) cobra do correntista-servidor. Ele aproveita a discussão para pedir ao prefeito uma política que ameniza ou exclua a cobrança.

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