As girafas não se deitam para dar à luz. Por isso, ao nascer, o nenê despenca de uma altura de 2 metros e meio.
A mamãe ema gosta de dividir a responsabilidade de cuidar dos filhotes com o macho. É ele, por exemplo, quem choca os ovos. Às vezes, presta este serviço para várias fêmeas ao mesmo tempo.
Como as mães mico-leão-dourado tomam bastante cuidado com seus bebês, elas costumam carregá-los nas costas enquanto são bem pequenininhos. Muitas vezes, a prole é grande. Então, entram em cena as filhas mais velhas, que ajudam no trabalho de olhar os irmãos menores.
A arara azul bota ovos com cinco dias de diferença entre um e outro. Desta forma, os nenês mais novos nem sempre conseguem competir pelo alimento com os irmãos mais velhos e acabam morrendo de fome.
Toda a comida que a fêmea do macaco-aranha arruma para sua alimentação é dividida com seu bebê, que carrega sempre agarrado ao peito.
O gerbil, um bicho bem parecido com o esquilo, devora os filhotes que nascem mortos para que os outros que vieram ao mundo com saúde não sejam contaminados por doenças.
A mamãe capivara amamenta, além dos seus filhotes, todas as outras “crianças” esfomeadas que aparecem, sendo elas parentes ou não.
Os pingüins levam seus nenês sobre as patas, para evitar que eles pisem no frio.
Durante a época em que está acasalando, a macaca fuscata rejeita seus filhos. Ela não deixa de amamentá-los, mas fica brava com mais freqüência e os mantém longe de si. Quando o período de reprodução acaba, a harmonia entre mãe e filhote volta a reinar.
Os tigres não têm a menor paciência com seus bebês. Depois que eles nascem, precisam procurar sozinhos as tetas da mãe. Se não acham o caminho certo, acabam morrendo de fome.