Mais uma vez, um telefonema ao Corpo de Bombeiros foi primordial para a preservação da vida de uma criança engasgada. O susto ocorreu com uma família do Centro, que viu a pequena Ana Cristina, 3 anos, permanecer 15 minutos semi-consciente, após se engasgar com o próprio choro.
“Ela estava ficando roxinha, ficamos desesperados. O pai dela tentou jogar água, viramos de cabeça para baixo, tentávamos tudo, mas ela não voltava”, relata Débora Cristina Bastazini, 18 anos, prima de menina, que ligou para os bombeiros.
“A primeira instrução foi para ficar calma e repetir tudo, pois estávamos muito nervosos”, recorda. Após as instruções, a menina retomou a consciência. “Foi feita respiração na boca e nariz e logo ela começou a mexer os olhos”, comenta, aliviada.
Quem também comemora é o cabo Carlos Alberto Silva, que passou as orientações pelo telefone. “A menina estava quase perdendo a consciência”, detalha. “A vida não tem preço e estamos sempre a postos a ajudar”, prontifica-se o bombeiro.