Sabemos que há um aumento surpreendente de veículos em nossa cidade. Por esse motivo, os riscos de acidentes se elevam. Temos de ficar mais conscientes e aprender a viver em harmonia e respeito, pois não há motorista melhor ou pior e sim os que cumprem e os que não cumprem as leis. Leis essas que foram criadas para todos. No entanto, vemos que em horários de “pico” as coisas não funcionam, ou seja, nem as leis, nem o respeito. Não adianta apenas o município investir em sinalizações e mudar o sentido de algumas vias para facilitar os acessos se os próprios cidadãos não fizerem sua parte.
Ouvimos falar em respeito ao meio ambiente, ao menor abandonado, aos idosos, mas onde está o respeito no trânsito? Senhores existem em média 150 mil veículos transitando em nossa cidade e esse número ainda é crescente. Lembram quando aos “azuizinhos” começaram na ativa? Havia todos os dias brigas, discussões, agressões físicas e tudo isso porque cobravam dos motoristas o respeito ao cumprimento da lei. Gerou discussão, mas aprendemos, não é?
Alguns fatores são essenciais de serem cumpridos como, por exemplo, “a seta “ (aquela alavanquinha que está atrás do volante do lado esquerdo!!!) e lembrar que a faixa da esquerda são para veículos que desenvolvem maior velocidade e não para os desavisados que, além de insistirem em transitar na faixa errada, esquecem que seus carros estão equipados com retrovisores (aqueles espelhinhos que fazem enxergar atrás e nas laterais). Lembrem-se: o trânsito não é composto só de bons motoristas e sim de motoristas bons.
Marcio Augusto Escarabelo - instrutor e diretor de formação de condutores