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• Sem deslizes

A Citroën criou um equipamento para manter a dirigibilidade do carro, mesmo em condições de baixíssima aderência, como sobre a neve. Batizado de Snow Motion, o sistema – uma espécie de controle dinâmico de estabilidade e tração aperfeiçoado – permite maior dirigibilidade sob condições de pouca aderência. O dispositivo detecta a aceleração e ângulo de esterçamento da rodas, cruza esses dados com as condições externas, como declive, aderência, espessura da neve, e define o comportamento do veículo. As informações passam pela unidade de controle e são transferidas para o motor e freios. O controle pode ser distinto para as duas rodas motrizes, em alternância, de acordo com a profundidade de neve detectada, da aderência disponível e da aceleração do veículo.

• Mexicano etílico

Na briga dos modelos hatch, o Tiida tinha um quesito que o distanciava da realidade dos rivais vendidos no Brasil: o médio da Nissan importado do México só rodava com gasolina. O problema foi resolvido. O veículo também está equipado com motor 1.8 16V flex, que gera 125 cv quando abastecido com gasolina e 126 cv com álcool, a 5.200 rpm e torque de 17,5 kgfm a 4.800 rpm. O ganho de potência foi de apenas 1 cv com o derivado de petróleo e 2 cv com etanol. A nova versão do Tiida também ganhou uma extensão de garantia, que agora chega a três anos – antes eram dois anos. O hatch é vendido em duas versões de acabamento: S e SL, com opções de câmbio manual de seis marchas ou automático de quatro velocidades. Os preços são R$ 51.890, para o modelo 1.8 S com câmbio mecânico, e R$ 55.790 para câmbio automático. Para a configuração SL os valores são R$ 56.880 e R$ 60.780, para câmbio mecânico e automático, respectivamente.

• Consumo exposto

O controle e informações reais sobre o consumo de combustíveis dos carros ainda é quase nulo no Brasil. Mas isso começa a mudar. O Inmetro iniciou o programa de classificação dos modelos para a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia – ENCE. A instituição “etiquetou” o primeiro automóvel nacional com o selo, que é semelhante ao adesivado em eletrodomésticos e informa a eficiência energética dos aparelhos. Curiosamente, o veículo escolhido para inaugurar o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular foi o hatch compacto Fiat Uno Mille na versão Way Economy 1.0 flex, o mais antigo automóvel em produção no país, há quase três décadas em linha. Até o momento, apenas cinco fabricantes concordaram em participar do programa. São eles: Fiat, Volkswagen, Honda, Kia e Chevrolet. A adesão é facultativa e será renovada anualmente.

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