Compra de imóvel na planta: cuidados a serem tomados
Antes da aquisição de um imóvel na planta, que na maioria das vezes é atrativa, à medida em que, depois de entregue, o valor de mercado deste imóvel é muito superior ao custo de aquisição, é preciso tomar alguns cuidados. Primeiramente, faça pesquisa no Registro de Imóveis para certificar-se de que a propriedade pertence à construtora/incorporadora, ou se existe algum tipo de alienação, penhora, hipoteca, ou outra taxa sobre o imóvel. Há também a verificação do registro da empresa na matrícula. No documento deverá constar que no terreno determinado será construído o empreendimento, e que este foi aprovado pela prefeitura (habite-se).
Também é necessária a informação da quantidade de unidades a serem construídas, assim como suas medidas, tipos, além de outras benfeitorias de uso comum. Estes dados são checados no memorial descritivo da obra, fornecido pela construtora. Outra pesquisa importante é a de obras já realizadas pela incorporadora. Assim, pode-se avaliar a qualidade, a satisfação dos compradores e o cumprimento do prazo de entrega. Verifique também a existência de processos judiciais contra a empresa na Justiça Estadual, Federal e na Justiça do Trabalho. A existência de vários processos e os tipos de processos pode ser um forte indício de que a empresa não está em boa situação e pode vir a não terminar os novos projetos e as obras em andamento.
Comprei o imóvel e não consigo pagar
Há situações em que o comprador do imóvel não consegue pagar as prestações e deseja interromper o contrato. Neste caso, este comprador deve exigir a rescisão (anulação) contratual, por insuficiência financeira para continuar com os pagamentos mensais. Abre a possibilidade de exigir a devolução das parcelas pagas. Os tribunais entendem que o valor a ser devolvido corresponde a 90% do que foi pago, corrigido monetariamente.
Pechinchar sempre
Em muitos países, dada a cultura local, a venda de um produto ou a prestação de um serviço deve ser precedida de uma boa negociação. Fazem questão que o consumidor pechinche. No Brasil, nem sempre as pessoas se utilizam desta “arma” na hora da compra. Algumas dicas: Pesquise - Nunca deixe de pesquisar preços do produto em diversas lojas concorrentes; eventualmente, você irá achar uma loja com valor mais barato. Lançamentos - Não compre produtos recentemente lançados no mercado. Corre-se o risco de pagar caro. Procure comprar o produto na época de oferta maior. A redução do preço pode chegar a 50%. Não tenha vergonha - O máximo que o lojista vai dizer é não. Lembre-se: exceto em promoção, a loja somente dará desconto se o cliente pedir. Metas - Tenha metas. Tente sempre responder à pergunta: qual o máximo que você quer (pode) pagar? Use a pesquisa de preços para saber. Humildade - Ao conversar com o vendedor, não seja prepotente, mostrando de forma arrogante que você conhece tudo sobre o produto. Mostre humildade e pergunte. Entusiasmo - Não demonstre entusiasmo sobre a possibilidade de comprar; mantenha o silêncio e ouça mais do que fale. É necessário exercitar os seus dotes de ator ou atriz nessas horas. Atitude - Seja ousado no fechamento do negócio: tome atitudes diretas, saque o talão de cheques e, na hora de preencher, peça um último desconto ou brinde. O vendedor provavelmente não vai querer perder um negócio quase fechado. Pechinche sempre - Sempre que for adquirir algo, negocie o preço, pechinche. Mesmo que achar barato, peça desconto.
Economia de energia: evite o horário de pico
Está comprovado: entre 18h e 21h o consumo de energia é muito mais alto do que nos outros horários, desta maneira, este intervalo de tempo é considerado horário de pico (horário de ponta). A combinação do uso do chuveiro, iluminação pública, iluminação residencial, eletrodomésticos, entre outros, eleva muito o consumo de energia das famílias. Como a energia elétrica, depois de produzida não pode ser armazenada, seria necessária a construção de novas usinas e linhas de transmissão só para atender o horário de pico. Assim, é fundamental para que possamos ser consumidores ambientalmente conscientes que mudemos hábitos e evitemos o desperdício de energia e, sempre que possível, deixar de consumir energia no horário de pico. Você economiza e evita que falte energia.
Inflação baixa abre espaço para juros menores
A inflação não é mais o grande vilão da economia nacional. Vários institutos apontam para uma inflação neste ano abaixo de 4,5%, que é a meta do governo. Assim abre-se espaço para reduzir ainda mais a taxa básica de juros e com ela movimentar mais a economia, gerando novas vagas de emprego e renda. Em breve teremos nova reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central e vamos acompanhar de perto sua decisão. Os juros podem e devem cair.
Mude para melhor!
Priorize viver intensamente o presente. Como o próprio nome diz, é um presente. O passado serve somente de base para evitarmos cair nas mesmas armadilhas e o futuro serve para sinalizar o caminho. Mude já, mude para melhor, sempre! Boa semana. Acesse www.cafeo.com.br