• Procuradoria
A possibilidade de reaproveitamento de máquinas caça-níqueis depositadas em galpão da prefeitura, na avenida Cruzeiro do Sul - no mesmo imóvel que ao fundo houve incêndio no mês passado -, pode abrir oportunidade para que a administração ainda tenha de volta o local para instalar lá a Procuradoria de Execuções Fiscais, medida que não agrada aos procuradores da área.
• Inclusão digital
Eis uma oportunidade de fazer do ilícito uma alavanca para o aproveitamento pela sociedade. Assim como no caso de apreensões de materiais e produtos pela Receita Federal, há como se discutir a utilização dos caça-níqueis em programas de inclusão digital. Basta ter boa vontade e uma dose de ação.
• Quadro defasado
E por falar na carreira, a administração municipal está de mãos atadas em relação à carência de profissionais no quadro de procuradores. O último concurso, realizado com equívocos, está sub-júdice e, por esta razão, a prefeitura não consegue nem convocar os demais classificados nem retornar às suas vagas os primeiros classificados e nem pode abrir outra seleção pública.
• Desestruturação
Este é apenas mais um setor da prefeitura que precisa de mão-de-obra especializada urgentemente. O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) andou contratando profissionais técnicos para suprir carências, mas as dificuldades ainda são grandes em várias secretarias. O munícipe que precisa de alguns serviços especializados sabe muito bem disso.
• Espaço no Palácio
Quem costuma visitar as Cerejeiras vai se lembrar que boa parte da área do térreo servia ao atendimento aos contribuintes, serviço que agora está no Poupatempo, e que outra parcela considerável do segundo andar era ocupada pela Sear, a secretaria que foi desativada no governo passado e virou central de atendimento ao cidadão na atual. Enquanto falta espaço para alguns, outros foram ocupando território. É o usucapião funcional!
• Bondades nas ruas
A boa vontade da Emdurb em atender e ouvir demandas da população deve ser ressaltada, mas é sempre relevante, também, lembrar que o atendimento (ou o não necessário) devem estar amarrados a decisões de ordem técnica, de engenharia de trânsito. Não pode ser apenas para fazer “bondades”.
• Desfazer e refazer
Tendo em vista o parâmetro técnico para avaliar as demandas no trânsito, boa parte acompanhada de uma espécie de populismo, a Emdurb deveria tomar certos cuidados. Mudou sinalização em quadras da rua Pará, por exemplo, e agora está mudando de novo. “Se foi pra desfazer por que é que fez?”, indaga a canção popular.
• Palestra é inútil...
Os vereadores certamente vão reclamar que a Diretoria de Transportes da Emdurb não enviou uma folha sequer de material que será utilizado na audiência pública, hoje, do transporte coletivo. O Legislativo tem pedido antecipação das apresentações para ter elementos para o debate. Senão vira palestra e não uma ocasião para esclarecimentos dos atos públicos.