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Com fechamento do Poupatempo, renovação de CNH demora 3 dias

Juliana Franco
| Tempo de leitura: 2 min

Com a interdição do prédio do Poupatempo para reforma, no último dia 21, a renovação de Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que era feita em cerca de quatro horas no local, agora demora três dias para ser concluída. O serviço, prestado provisoriamente no prédio da 5.ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), conta com o apoio do Poupatempo de Presidente Prudente.

Dernival Inforzato, delegado da 5.ª Ciretran, explica que, no Poupatempo, havia uma empresa credenciada pelo governo do Estado de São Paulo responsável pelo serviço. Com o fechamento do prédio, os pedidos de renovação de CNH passaram a ser feitos pela mesma empresa instalada no Poupatempo de Presidente Prudente. “Nós recolhemos a documentação até as 16h30 de cada dia e enviamos um malote para Presidente Prudente. No dia seguinte, a empresa faz o trabalho e nos remete. O malote com o trabalho concluído chega à Ciretran no terceiro dia”, explica.

Diariamente, cerca de 200 processos de renovação são protocolados na Ciretran. “Quando houve o fechamento do prédio do Poupatempo ainda não havia definido para onde iriam as CNHs. A previsão era de 20 dias para decidir, mas em menos de uma semana o problema foi resolvido. Houve um pequeno atraso nos processos de renovação de CNH nos primeiros dias. O trabalho foi normalizado e o prazo para a conclusão do serviço é de três dias”, revela Inforzato.

O horário de funcionamento do serviço na 5.ª Ciretran é de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Apesar da interdição do prédio do Poupatempo ter ocorrido há 14 dias, as obras ainda não começaram e, segundo constatou a reportagem do JC, ainda não tem uma data prevista. O imóvel, de mais de 70 anos, terá o telhado recuperado, mas a obra ainda não tem projeto nem estimativa de custo, segundo um funcionário do local que preferiu não se identificar.

A estimativa é que a suspensão dos serviços no prédio dure até seis meses. O atendimento à população foi redistribuído e parte é feito pela unidade do Poupatempo Móvel, instalado na frente do prédio. Desde segunda-feira, cerca de 60% dos serviços são realizadas em uma área adaptada nos fundos do Poupatempo.

Quando o prédio foi adaptado para receber o Poupatempo, há três anos, foram investidos cerca de R$ 10 milhões somente em obras. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Poupatempo para saber se o projeto já foi aprovado, se há previsão para o início e conclusão da obra, além da estimativa de preço, mas até o fechamento desta edição não obteve resposta.

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