Cultura

Águia de Ouro tenta se recompor

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 1 min

Antigamente, a Águia de Ouro era uma escola cuja maioria dos integrantes era da Bela Vista. Mas após a interrupção dos desfiles no Sambódromo – o último foi em 2001 -, a escola agora tenta se recompor com a força de moradores do Núcleo José Regino e Núcleo Bauru 22 e adjacências, conta Darcy Simões, presidente da agremiação.

“O pessoal da Bela Vista envelheceu, dispersou. Agora a escola é mais jovem e com mais gente da região do José Regino”, diz ele que calcula que a escola poderá levar 200 integrantes para o Sambódromo neste ano.

“Estamos esperando a verba da prefeitura para pagar as fantasias, mas não estamos parados. Estamos correndo atrás de patrocínio de empresas para fazer o Carnaval”, diz ele que adianta que o enredo será “Sonhei, sonhei. Na vida real, acordei”, que conta a história de um menino que mora na favela e que sonha com um mundo encantado.

De acordo com Simões, bateria não será problema para a Águia de Ouro. “Temos instrumentos guardados o suficiente para entrar na avenida”, informa. Até quarta-feira não estava definido nada sobre carros alegóricos.

Comentários

Comentários