Bom dia, venho através deste jornal dizer que concordo em gênero, número e grau com o leitor de quinta-feira por sua mensagem para a tribuna intitulada "Não sei o porquê sei", de Gilherme B. Platzeck. Tenho em casa três filhos e todos sentem o mesmo que eu, uma revolta por estarem ‘perdendo tempo’ na escola aprendendo o que na maioria das vezes nunca irão utilizar na vida, o que realmente não passa de “decoreba”. Quando eu estudava, uma professora me disse que as escolas deveriam ensinar a sermos "marionetes sem noção da realidade e necessidades", achando que os governantes sempre seriam bons e nos fariam o melhor, sermos ignorantes para eles seria o melhor, não entendendo as falcatruas. Por que as escolas não implantam aulas de empreendedorismo? Formariam crianças mais conscientes do valor do dinheiro, política atual, doenças atuais, plano familiar para os alunos do ensino médio, moral e cívica deveria voltar, as crianças de hoje não sabem dar valor a sua cidade, escola, etc. Utilizar a capacidade destes jovens num olhar mais aberto, os jovens tem ideias inovadoras e com oportunidade de desenvolvê-las, algumas soluções poderiam sair deles, porque são capazes, mas tem que ficar aprendendo métodos pré-históricos e ultrapassados que bloqueiam mentes, tornando-os pessoas sem noção de muitas coisas importantes para seu futuro.
Pessoal da educação, até os jovens já perceberam que as aulas não estão com nada, chega de ‘blá blá blá’, vamos ensinar nossos jovens a ter iniciativas positivas, conhecer sua capacidade e ter confiança no presente e futuro.
Gina D. Leandro