Economia & Negócios

NY melhora no final e faz Bolsa diminuir perda a 1,22%; dólar é vendido a R$ 1,868


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A Bovespa engatou ontem mais um dia de perdas, que só não foram maiores porque no período da tarde os índices norte-americanos melhoraram e influenciaram o comportamento do mercado doméstico. Com isso, o Ibovespa, que vinha ameaçando fechar nos 58 mil pontos, conseguiu garantir os 59 mil no final.

A Bolsa doméstica recuou 1,22%, aos 59.184,08 pontos. No pior momento do pregão, registrou 57.876 pontos (-3,40%). Na máxima, atingiu os 59.912 pontos (-0,01%). No mês, acumula perdas de 12,36% e, no ano, de 13,71%. O giro financeiro totalizou R$ 6,88 bilhões.

As preocupações com a delicada situação da zona do euro ganharam reforço ontem do aumento da tensão entre as Coreias do Norte e do Sul, depois da informação que o líder norte-coreano Kim Jong-il teria colocado suas tropas de prontidão, preparadas para atacar o sul, se necessário. As Bolsas asiáticas reagiram com fortes perdas ao recrudescimento do clima na região, assim como foram influenciadas pela Europa, onde crescem as preocupações com a situação do sistema financeiro espanhol.

Nos EUA, as Bolsas tiveram quedas mais comedidas, ajudadas pelos indicadores, em especial pelo índice de confiança do consumidor, que teve alta pelo terceiro mês seguido. O Conference Board informou que o índice subiu para 63,3 em maio, do dado revisado de 57,7 de abril, que originalmente era de 57,9. Os economistas previam 58,5. À tarde, as bolsas foram diminuindo as perdas e o Dow Jones acabou fechando em baixa de apenas 0,23%, aos 10.043,75 pontos. O S&P conseguiu subir, 0,04%, aos 1.074,03 pontos, e o Nasdaq perdeu 0,12%, aos 2.210,95 pontos.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,75%

Ganho líquido/30 dias: 0,62%

Pela taxa média de 9,75% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,77% e líquido de 0,62%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,80% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,62% e líquida de 0,50%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 1,22%

Volume: R$ 6,88 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de ontem com uma desvalorização de 1,22%, aos 59.184,08 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,88 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,23% e o índice Nasdaq sofreu uma queda de 0,12%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,50

Variação: baixa de 0,41%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a quarta-feira negociado a R$ 72,50, com uma desvalorização de 0,41% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,200,77, apresentando alta de 0,48% às 17h49 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,868

Variação: alta de 0,21%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma ligeira valorização de 0,21%, valendo R$ 1,866 na compra e R$ 1,868 na venda. O dólar paralelo avançou 0,49%, negociado a R$ 1,900 na compra e a R$ 2,040 na venda. O dólar turismo também subiu (+ 1,38%), cotado a R$ 1,830 para a compra e a R$ 1,980 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1,851,5 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em queda de 1,20% às 17h51. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em baixa de 0,99% aos 59.450, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,88% e 11,96%, respectivamente.

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