Nova York - A BP reportou um prejuízo recorde de US$ 17 bilhões no segundo trimestre deste ano, em decorrência do vazamento de petróleo no golfo do México. A tragédia forçou a empresa a separar US$ 32,2 bilhões (R$ 56,8 milhões) a serem usados para os custos de limpeza e as indenizações dos afetados.
Sob pressão, a petrolífera também trocou seu desgastado CEO (executivo-chefe), Tony Hayward, pelo americano Bob Dudley - o primeiro não britânico a conduzir a empresa.
Dudley assume em outubro, com a promessa de fazer a empresa emergir “menor financeiramente” e mais “esperta”’ após o “chamado de alerta” que foi o vazamento. “Vamos compartilhar nosso aprendizado (no episódio), o que com certeza mudará a indústria de gás e petróleo ao redor do globo.’’
Mas seu presidente, Carl-Henric Svanberg, garantiu que a empresa ainda está em “grande forma”, com bom fluxo de caixa, apesar das perdas.