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Filha de ex-ministro do TSE assassinado é solta após 18 dias

Folhapress
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Brasília - A Justiça do Distrito Federal atendeu parcialmente ontem o pedido de habeas corpus de Adriana Villela, filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela e da advogada Maria Carvalho Villela. O casal foi assassinado no ano passado e, segundo a polícia, Adriana é suspeita de ter cometido o crime.

Adriana sairá da penitenciária feminina onde cumpria prisão temporária há 18 dias, mas terá liberdade restrita. Pelos próximos 12 dias, ela precisará manter telefone fixo em casa para atender ligações da polícia e da Justiça e também terá de comparecer à delegacia se houver convocação.

A prisão temporária tem duração de 30 dias e pode ser prorrogada, mas somente após nova decisão judicial. Adriana foi presa em 17 de agosto, no mesmo dia em que a polícia deteve outras quatro pessoas.

As prisões ocorreram porque os suspeitos estariam tentando atrapalhar as investigações. Todos os cinco suspeitos receberam habeas corpus da Justiça. Os assassinatos ocorreram em agosto de 2009 e chocou a capital do país. Além do casal Villela, também foi assassinada a empregada Francisca da Silva. Os três foram mortos com mais de 70 facadas, e os corpos só foram encontrados três dias depois, no apartamento do casal.

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