Polícia

Mulher morre em acidente na Bauru -Iacanga

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

No início da noite de ontem, colisão envolvendo duas motos no trecho urbano da rodovia Cezário José de Castilho (SP-321), a Bauru-Iacanga, próximo à Vila São Paulo, causou a morte de uma mulher e ferimentos graves no seu filho. Até o fechamento desta edição, a reportagem não tinha informações sobre a identidade das vítimas. A lentidão no trânsito e a falta de atenção dos motoristas resultou em outras duas colisões na sequência, com uma vítima leve.

Segundo a Polícia Rodoviária, o primeiro acidente ocorreu por volta das 19 horas, na altura do quilômetro 346 da Bauru-Iacanga. Welington Rodrigues, 19 anos, conta que transitava com a motocicleta CG Titan 150, placas EOT-6785, de Bauru, sentido Bauru-Arealva, quando a motocicleta CG Titan 150, placas DNC-1413, de Bauru, cruzou a rodovia para entrar na Vila São Paulo.

Rodrigues não conseguiu frear e acabou colidindo contra a lateral da moto. Com o impacto, condutor e passageira, que são mãe e filho, caíram no solo, tiveram ferimentos graves e foram socorridos por viaturas do Resgate do Corpo de Bombeiros ao Pronto Socorro Central. Conforme apurado pela reportagem, a mulher não resistiu aos ferimentos e faleceu no hospital. Já Rodrigues não se feriu. Até o fechamento desta edição, a polícia não tinha a confirmação do nome das vítimas.

Na sequência, em razão da interdição parcial da pista para socorro das vítimas, ocorreram outros dois acidentes. Em um deles, a condutora da motocicleta Honda CG 125, placas EFL-3062, Ana Amélia Haijoke, de 30 anos, não percebeu que o trânsito estava parado e acabou colidindo contra a traseira do Siena, placas ERP-4469, conduzido por Ângelo Capriolli, 47 anos. A mulher teve ferimentos leves e também foi conduzida ao PSC.

No outro acidente, o Escort, placas BHA-0116, de Bauru, bateu na traseira do Gol, placas CWZ-9099, de Arealva, mas ninguém ficou ferido. O marido de Ana Amélia, Marco Aurélio Martins, 37 anos, disse que sua esposa estava bem, mas reclamou da sinalização no local e cobrou providências para diminuir os acidentes na Bauru-Iacanga. “Já teve um monte de morte aqui e ninguém toma providências”, afirma.

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