Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Audiência bem vazia

A audiência pública realizada na manhã de ontem na Câmara Municipal para a discussão dos gastos da prefeitura no último quadrimestre e o orçamento de 2011 estava vazia. Além do prefeito Rodrigo Agostinho, do secretário municipal de Finanças, Marcos Garcia, e da Cultura, Janira Bastos, representantes do DAE, Emdurb e Funprev assistiram à reunião.

• Impacto do PCCS

O prefeito falou do “grande esforço do orçamento de 2011” para absorver o impacto dos Planos de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) da Saúde e dos servidores da administração geral, na folha de pagamento - um impacto total de R$ 30 milhões no ano. Mas a realidade é que o Poder Executivo não sabe quanto os planos vão impactar nas contas da previdência local. Por enquanto é lei criada no escuro!

• Dificuldade em gastar

Um dos principais problemas na questão orçamentária apontados pelo prefeito é a falta de capacidade operacional de pastas de menor porte em utilizar sua própria fatia prevista no bolo orçamentário municipal. Ele diz que Sagra, Semel e Cultura sempre acabam “devolvendo” dinheiro que não foi gasto. São setores que patinam na organização de compras e elaboração de projetos.

• Tudo congestinado

A Secretaria de Administração fica congestionada com as compras para Saúde e Educação e as outras pastas acabam tendo seus pedidos represados. Para minimizar o problema, a Educação terá sua própria equipe de compras em breve. Mas a falta de funcionários para serviços de base, administrativos, continua gerando problemas.

• Correria a lotéricas

Os interessados em se inscrever para o concurso para vagas em editor de vídeo e operador de master na Câmara Municipal estão tendo de recorrer a lotéricas para conseguir recolher a taxa prevista no edital. Ontem, candidatos também encontram dificuldades no recolhimento, por erro na identificação do número. A taxa tem de ser realizada na conta da Câmara, número 37-7, agência 0290, operação 006.

• PV reage a Primo

“Sobre a estapafúrdia iniciativa do candidato Primo Mangialardo (PSC) de interpelar nossos candidatos por não o citarmos no referido material publicitário do Partido Verde, temos a esclarecer que o PSC lançou dois candidatos a deputado estadual em Bauru, portanto, citar nominalmente cada um deles ocuparia um espaço desnecessário em nossa publicidade”. Assim o PV se defende da representação movida por Primo no Ministério Público Eleitoral contra a propaganda citada pelo partido, motivo da maior polêmica jurídica da eleição até agora.

• Argumentação verde

A nota enviada pelo PV ao JC vai adiante: “Esclarecemos que todos os dados contidos na publicação do PV na edição da última terça-feira deste jornal, sobre a quantidade de votos que cada partido precisa para eleger deputados, estão baseados na série histórica das ultimas três eleições proporcionais. Portanto, são verídicos, irrefutáveis, e estão disponíveis para acesso público pelo site do Tribunal Superior Eleitoral. Basta acessar www.tse.gov.br e clicar em ‘Eleições’, ‘Eleições Anteriores’ e ‘Resultado das Eleições’.” 

Comentários

Comentários