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Da Redação
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• Censo da discórdia

Os vereadores debateram ontem os resultados do Censo 2010. O resultado final de população para Bauru, cerca de 335 mil habitantes, ficou abaixo do estimado e gerou pedido de recontagem por parte do prefeito Rodrigo Agostinho, que calcula perto de 400 mil moradores. Para José Roberto Segalla (DEM), pode até ter ocorrido erro, mas não deste tamanho. “Se houve erro de 400 mil para 335 mil, tem que fechar o IBGE”, apontou.

• Rodízio de veículos

Segalla questionou os indicadores usados por Rodrigo em sua avaliação. O prefeito levou em consideração a frota de veículos na cidade e o número de imóveis cadastrados. O vereador ponderou que muitas residências estão abandonadas e muita gente na cidade possui dois carros. Aproveitando, observou que já que muitos moradores em Bauru possuem mais de um veículo, a cidade poderia implementar sistema de rodízio para melhorar as condições do trânsito.

• Não foi recenseado

Além da vice-prefeita Estela Almagro (PT), que informou não ter recebido a visita de recenseadores em sua residência, Natalino Davi da Silva (PV) disse ontem na Câmara que também não foi recenseado. Ele, que mora no Pousada da Esperança, garantiu que nem ele nem sua esposa atenderam a nenhum recenseador.

• E o recesso escolar?

Com a aproximação das férias escolares, os vereadores voltaram a questionar como a Secretaria da Educação está se preparando para evitar o fechamento das unidades, como aconteceu nas férias de julho e motivou uma ação judicial. Ontem, a secretária Vera Caserio se reuniu para discutir o tema com o Ministério Público.

• Esforço estadual

O diretor do Sindicato dos Funcionários e Servidores da Educação do Estado de São Paulo, Claudinei Pinheiro, usou a tribuna da Câmara, ontem, para pedir apoio dos vereadores à implantação do Pró-funcionário no Estado. O curso de profissionalização voltada aos funcionários da educação já é aplicado em 23 estados. São Paulo, de onde a ideia surgiu, ainda não implantou o curso técnico de três anos.

• Vereadores presentes

O vereador Fernando Mantovani lembrou que toda a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara participou da averiguação ao almoxarifado do DAE, não apenas Roberval Sakai (PP) e José Roberto Segalla. Roque Ferreira (PT) também lembrou que participou da audiência sobre o Plano de Habitação. A coluna criticou as cadeiras vazias dos vereadores durante a reunião, na noite de quinta-feira.

• Espaço para eventos

Já de olho na reforma da Estação Ferroviária, o vereador Moisés Rossi (PPS) sugeriu que o antigo pátio de embarque poderia ser transformado num espaço para a realização de eventos, como feiras de entidades assistenciais. O parlamentar lembrou que o local já possui infraestrutura, como banheiros, que poderiam ser facilmente adaptados ao uso da população.

• Prevendo o futuro

Durante seu discurso, o vereador Fabiano Mariano (PDT) cometeu um ato falho e chamou o presidente da Câmara, Luiz Carlos Barbosa (PTB), de prefeito, levando os vereadores ao riso. Sem perder o bom humor, Fabiano Mariano afirmou que o engano poderia ser uma previsão do futuro.

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