Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
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•Sem lazer Moradores do Núcleo Mary Dota ficaram sem recreiovia no dia 9 de janeiro, segundo domingo deste mês. O vereador Fernando Mantovani (PSDB), que atuou pelo projeto, contou que a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural (Emdurb) não interditou as quadras da avenida Marcos de Paula Raphael destinadas ao lazer da população. •Moradores Os moradores que sentiram a falta da interdição reclamaram ao parlamentar. Como a avenida não foi interditada, motoristas estacionaram ao longo da via no espaço que seria destinado ao programa para ciclistas e pedestres. O presidente da Emdurb, Nico Mondelli Jr., disse que faltaram cavaletes para interdição, em função da demanda das chuvas. Anteontem, a situação foi resolvida. •Estrangulando 1 O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) declarou de utilidade pública para futura desapropriação um terreno na Vila São Paulo, na quadra 6 da rua Luiz Pereira a Silva. Segundo o prefeito, o imóvel está estrangulando o trecho da via, que é de terra. Ele diz que o processo sobre essa futura desapropriação estava em andamento há tempos na prefeitura. •Estrangulando 2 O prefeito disse que este acerto saiu primeiro, mas não por outro critério. Se for esta a explicação, o Executivo está colocando em xeque seus próprios critérios. Ação sobre ocupação urbana exige estabelecer prioridade. O prolongamento de um trecho duplicado da avenida Comendador Martha teve recuo da pista, ao invés da prefeitura desapropriar o pedaço de construção que “invadiu” o alinhamento natural da via. O traçado das grandes avenidas não é prioritário? •Eliminando cargo A prefeitura está corrigindo erro de agosto de 2010 através de projeto de lei enviado à Câmara. No projeto de restruturação do organograma da Secretaria Municipal de Saúde, constou a criação de três cargos de livre nomeação, mas o texto citou apenas dois: assessor de gestão técnica e assessor de gestão de estrutura em saúde. O terceiro, de ouvidor, não apareceu na lei. Agora ele está sendo suprimido.•Ouvidor geral A ideia da criação de uma Ouvidoria Geral na Saúde era para estabelecer canal entre a população e o órgão público, para facilitar o registro de reclamações e sugestões. Mas os vereadores consideraram que o cargo não traria o custo-benefício a que se propôs, na oportunidade. O salário do ouvidor seria de R$ 3.107,61.•Sem água Uma moradora do Núcleo Beija-flor reclamou que aos finais de semana o bairro costuma ficar sem abastecimento das 14h até 1h do dia seguinte. A Divisão de Produção e Reservação de Água do DAE disse que isso ocorre por aumento do consumo na região. Segundo o diretor da área, Igor Fournier, o problema será solucionado com a conclusão do reservatório que está em construção no Núcleo Mary Dota. Esta reservação foi anunciada para a ETA, mas o plano mudou.•Cortejo da Saúde O movimento Resgate de Bauru organiza para esta quinta-feira uma manifestação para protestar pela qualidade do serviço oferecido à população. O “Cortejo da Saúde”, como o grupo chama a ação - que terá direito a caixão simbolizando a morte do sistema local -, sairá da frente do Hospital de Base, às 20h, e seguirá até o Palácio das Cerejeiras, onde será lido manifesto.

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