São Paulo - O secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, negou ontem que a política monetária americana seja uma das causas da excessiva valorização do real. Em evento com alunos da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Geithner afirmou que a moeda brasileira vem se valorizando porque a economia do Brasil é saudável e atrai fluxos de capital, as taxas de juros são relativamente altas e outros países emergentes mantêm suas moedas desvalorizadas, aludindo à China.
Encontro com Tombini
Timothy Geithner, também se reuniu na tarde de ontem com o presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, para discutir as perspectivas para a economia mundial. De acordo com o BC, eles conversaram sobre as economias norte-americana, brasileira e mundial, e sobre a agenda financeira internacional, "incluindo os desafios atuais para solidificar o crescimento econômico e a estabilidade financeira por meio de esforços conjuntos de todos os membros do G20."Brasil e EUA
O Brasil e os Estados podem trabalhar juntos para a construção de um sistema econômico global mais equilibrado e estável, disse Geithner, após encontro com a presidenta Dilma Rousseff. Geithner classificou a relação entre os dois países como forte e com interesses comuns. "Estamos focados em tirar vantagem deste momento entre os Estados Unidos e o Brasil, depois da crise econômica (mundial). E garantir que podemos trabalhar juntos no cenário global para ter um sistema econômico mais equilibrado, estável, forte e melhor. Temos uma relação produtiva agora para trabalhar nisso", afirmou em rápida declaração após à reunião com Dilma, que durou mais de 40 minutos. Antes do encontro com a presidenta da República, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos esteve no Ministério da Fazenda, onde se reuniu com o ministro Guido Mantega. É a primeira vez que Geithner vem ao Brasil como chefe do Tesouro dos Estados Unidos, cargo que ocupa desde 2009.
Encontro com Tombini
Timothy Geithner, também se reuniu na tarde de ontem com o presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Tombini, para discutir as perspectivas para a economia mundial. De acordo com o BC, eles conversaram sobre as economias norte-americana, brasileira e mundial, e sobre a agenda financeira internacional, "incluindo os desafios atuais para solidificar o crescimento econômico e a estabilidade financeira por meio de esforços conjuntos de todos os membros do G20."Brasil e EUA
O Brasil e os Estados podem trabalhar juntos para a construção de um sistema econômico global mais equilibrado e estável, disse Geithner, após encontro com a presidenta Dilma Rousseff. Geithner classificou a relação entre os dois países como forte e com interesses comuns. "Estamos focados em tirar vantagem deste momento entre os Estados Unidos e o Brasil, depois da crise econômica (mundial). E garantir que podemos trabalhar juntos no cenário global para ter um sistema econômico mais equilibrado, estável, forte e melhor. Temos uma relação produtiva agora para trabalhar nisso", afirmou em rápida declaração após à reunião com Dilma, que durou mais de 40 minutos. Antes do encontro com a presidenta da República, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos esteve no Ministério da Fazenda, onde se reuniu com o ministro Guido Mantega. É a primeira vez que Geithner vem ao Brasil como chefe do Tesouro dos Estados Unidos, cargo que ocupa desde 2009.