A frieza dos números, às vezes, requer interpretação idem. À primeira vista, e, às vezes, a segunda também, ao analisarmos um número incorremos em uma errônea interpretação da real realidade de um fato. Por exemplo, ao analisarmos os números do carnaval bauruense vimos que no primeiro dia de desfile das escolas, com chuva e tudo mais, aproximadamente 15 mil pessoas assistiram no Sambódromo aos desfiles. No segundo dia, sem chuvas, o número foi de 20 mil aproximadamente; o que pode-se levar a pensar que nos dois dias de carnaval aproximadamente 35 mil pessoas acompanharam o evento em Bauru.
Eu considero (expressão Dilmesca) , no entretanto, que no segundo dia foram os mesmos 15 mil do primeiro dia e, por causa do melhor tempo, mais 5 mil novas pessoas estiveram de fato presentes ao evento popular e, por conseguinte, aproximadamente 20 mil pessoas prestigiaram o carnaval de rua bauruense, ou seja, nem 10% da população da cidade. De qualquer forma, ao que parece, reacendeu o espírito carnavalesco do povo, fato esse a se comemorar e a se planejar com mais objetividade para os próximos anos. Skidum skidum...
Aurélio da Silva Braga