Na edição de segunda feira, dia 16 do corrente, no nosso querido jornal "Segunda-Feira", na coluna de leitores, fui surpreendida por uma carta com o título acima. Que bom que papel aceita tudo, não é mesmo, dona Mônica? Em sua missiva, na data já mencionada, seu papel só deixou de aceitar o que segue abaixo.
Quando o Carlos Roberto (Carlinhos) era presidente do Clube dos Servidores ? ASPM Bauru, você era esposa do vice presidente - senhor Gasparete - que não teve o menor escrúpulo em colocá-la para trabalhar na secretaria do clube, mesmo não tendo nenhuma qualificação para tal. Portanto, quem mamou durante um ano, não pode mesmo falar mal de nenhum membro da diretoria, pois a mesma teve que aturar sua falta de habilidade para desempenhar a função.
Em relação aos frutos colhidos na gestão do senhor Carlinhos, você se esqueceu de mencionar o processo de número 10111-8, instaurado na Justiça do Estado de São Paulo, onde o Conselho acionou o Judiciário para cancelar o contrato de prestação de serviços assinado pelo então presidente ? senhor Carlinhos, com uma construtora de Hortolândia, para prestação de serviços a custos exorbitantes, onde estamos provando que o valor apresentado pela empresa era três vezes maior que o maior preço apresentado por nós no referido processo, embargando a obra.
Você também não mencionou o alto valor recebido, referente ao acordo trabalhista feito com o sr. Carlinhos, um mês antes da saída da diretoria cessante, bem como o alto valor recebido por serviços prestados como voluntária do clube no mesmo mês. Até hoje a atual diretoria está tentado consertar os erros do Carlinhos e os frutos mencionados por você foram plantados nas outras gestões, como a nova lanchonete, nova secretaria, saunas e até piscinas com cascatas, além de uma bela área verde.
Você também não mencionou que o balancete apresentado pelo seu marido, durante o afastamento do senhor Carlinhos, contém notas fiscais da reforma de um quiosque onde foram gastos 150 sacos de cimento, 50.000 pregos, vitrô ? imagine ? vitrô no quiosque? Tenho em meu poder parecer de um contador apontando as irregularidades nos balancetes do Carlinhos e de seu marido.
E por último você esqueceu de mencionar também que até hoje, ou até há pouco tempo atrás, o Carlinhos devolveu aos cofres públicos os valores desviados de vales-compras de servidores da prefeitura e que, atualmente, responde a outro processo por mais irregularidades encontradas no Departamento de Pessoal, que não sei por que, desde 2009 corre este processo sem data determinada para o parecer final. Vai aqui minha pergunta aos corregedores da prefeitura: não existe prazo para isso?
Rosa Maria da Silva Gonçalves - conselheira