Chicago - O uso de medicamentos anticâncer específicos para alvejar a assinatura molecular de um tumor é mais benéfica aos pacientes que uma abordagem mais ampla, indicam pesquisas que ainda se encontram em fase inicial.
A estratégia não é uma opção possível para todos os tipos de câncer, mas avanços na medicina levaram ao desenvolvimento de várias drogas que atacam mutações de genes específicos em tumores, como o Herceptin, da Roche, para determinado tipo de câncer de mama, ou o Gleevec, vendido pela Novartis.
Um estudo de fase 1 feito no Centro Oncológico MD Anderson, da Universidade do Texas, constatou que adaptar tratamentos - em sua maioria ainda experimentais - a marcadores genéticos leva a índices mais altos de redução dos tumores e sobrevivência em pacientes com câncer em estado avançado.
Os resultados foram apresentados ontem em Chicago na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco).