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? Com ajuda, o coração pode se regenerar 1

Cientistas britânicos conseguiram transformar um tipo de célula similar à célula-tronco de corações de ratos adultos em músculo cardíaco numa pesquisa que comprova que o coração tem células de reparação inativas que podem ser reativadas. Embora a pesquisa ainda tenha de ser feita com humanos e esteja em seus estágios iniciais, os resultados sugerem que, no futuro, uma droga poderá ser desenvolvida para fazer com que os corações lesados por uma parada cardíaca se regenerem.


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Avanços importantes na medicina nos últimos anos ajudaram a reduzir o número de pessoas que morrem de enfarte, mas a lesão provocada pelo ataque cardíaco - quando as células do coração morrem por falta de oxigênio - atualmente é permanente. Se se formar uma certa quantia de tecido morto, os pacientes podem desenvolver insuficiência cardíaca, uma condição debilitante na qual o coração não é capaz de bombear sangue suficiente para o corpo. Cientistas do mundo inteiro investigam formas diversas de regenerar o tecido cardíaco, mas por enquanto as pessoas com insuficiência cardíaca grave usam aparelhos mecânicos ou esperam por um transplante.


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Especialistas pensavam anteriormente que a capacidade das EPDCs de se transformar estivesse perdida na idade adulta, mas esse estudo da equipe de Riley descobriu que o tratamento de corações saudáveis de um rato adulto com uma molécula chamada timosina beta 4 permitiu que se "programasse" o coração para que ele se reparasse após a lesão.


? Parceria vai estimular fumante a abandonar cigarro

O Instituto de Ensino e Pesquisa e o Serviço de Psicologia do Hospital do Coração, em parceria com o Ministério da Saúde, lançam hoje (9), em São Paulo, um programa gratuito para incentivar os fumantes a abandonar a dependência. A parceria oferecerá um ciclo de palestras seguido de tratamento, com acompanhamento especializado de médicos e psicólogos dispostos a ajudar os fumantes a largar o cigarro. Durante o projeto, será feita uma pesquisa com os participantes para avaliar a combinação da farmacoterapia (reposição de nicotina) com o suporte psicológico oferecido aos fumantes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo representa atualmente a principal causa evitável de morte no mundo.


? Morte por gripe suína no Sul 1

A Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul confirmou a primeira morte provocada pela influenza A (H1N1) ? gruipe suína este ano. A vítima era uma mulher de 48 anos que morava na cidade de Anta Gorda e que apresentou os primeiros sintomas da doença no fim de maio. A morte foi registrada na segunda-feira (6), no Hospital de Caridade de Três Passos. Até o momento, o estado tem três casos confirmados e 87 suspeitos. A Secretaria de Sáude do RS informou que, mesmo com a confirmação da primeira morte do ano, a doença está sob controle no estado, até o momento


? Morte por gripe suína no Sul 2

A secretaria orienta a população para que mantenha medidas de prevenção, como lavar as mãos com água e sabão com frequência e não compartilhar talheres e objetos de uso pessoal. A pessoa que apresentar sintomas de gripe como febre, tosse e dores no corpo deve cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir e espirrar, além de se afastar de suas atividades por uma semana. Também é importante manter os ambientes limpos e ventilados, sobretudo locais úmidos e frios, que favorecem a multiplicação do vírus. A higienização das mãos com com álcool gel é indicada na prevenção em locais públicos e com grande circulação de pessoas.


? Anvisa alerta para riscos do consumo da ração humana 1

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um alerta sobre os riscos do consumo da chamada ração humana. De acordo com a Anvisa, esse tipo de produto não oferece todos os nutrientes necessários para uma alimentação adequada. O informe técnico diz que esse tipo de produto é composto por diferentes ingredientes como guaraná em pó, gelatina em pó, cacau em pó, levedo de cerveja, extrato de soja, linhaça e gergelim. Segundo a nota, as pessoas que substituem refeições por esse tipo de produto estão colocando a saúde em risco.


? Anvisa alerta para riscos do consumo da ração humana 2

As empresas também não poderão usar no rótulo desses produtos a expressão ração humana. Para a agência, o uso dessa expressão pode gerar dúvidas nos consumidores por não indicar a verdadeira natureza e característica do composto. Também não poderão constar no rótulo ou material publicitário do produto as alegações de que ele tem propriedades medicamentosas, terapêuticas e relativas a emagrecimento.

Segundo a Anvisa, a empresa que quiser vender produtos com alegações de propriedades funcionais e ou de saúde deve solicitar registro na agência. As empresas que não cumprirem as exigências estão sujeitas a pagar multa no valor até R$ 1,5 milhão.

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