Aliviado após bater o Ceará e evitar a queda precoce na Copa Sul-Americana, Adilson Batista arma o São Paulo para tentar surpreender o Santos, neste domingo, na Vila Belmiro. O técnico, que tem mudado a equipe a cada jogo, aposta no bom retrospecto contra Muricy Ramalho. "Desde a época em que estava no Cruzeiro eu criava dificuldades para ele. Principalmente quando nos enfrentamos pela Libertadores", disse Adilson, que eliminou o São Paulo em 2009 com duas vitórias - uma delas em pleno Morumbi, por 2 a 0, que culminou com a demissão de Muricy.
No ano passado, Adilson Batista voltou a levar a melhor em sua curta passagem pelo Corinthians. No Rio de Janeiro, bateu o Fluminense, rival direto pelo Campeonato Brasileiro. Daquela vez, porém, quem caiu pouco depois foi Adilson e o rival acabaria campeão nacional.
Afeito a mistérios, Adilson Batista não revela o ataque que vai a campo: nas duas últimas partidas, optou pela dupla formada por Fernandinho e Dagoberto. O primeiro, porém, se recupera de uma pancada sofrida na perna direita e ainda é dúvida. A outra opção, que vinha sendo usada, é de escalar Lucas e Dagoberto. "Se temos jogadores que podem executar o contra-ataque em velocidade, isto é uma definição de proposta", afirmou o técnico.