? Pressão elevada
Foi adiada para o dia 13, próxima terça-feira, no auditório da prefeitura, a solenidade de lançamento do Programa Esporte e Lazer da Cidade, que estava prevista para ontem. O secretário de Esportes, José Carlos Batata, passou mal (queda de pressão) e após atendimento médico ficou em repouso para se restabelecer. O projeto desenvolverá atividades de esportes e lazer para atender cerca de 600 pessoas acima de 45 anos e portadores de deficiência.
? Rico dinheirinho...
O prefeito puxa a própria cabeleira quando vê cada parcial da arrecadação do parcelamento de dívidas de devedores (Refis). Desde o dia 5 de julho, data de início de vigência da lei de parcelamento especial, a prefeitura já negociou R$ 15.389.245,00, de acordo com o levantamento feito pela Secretaria de Finanças. É que ele assinou compromisso na Câmara de que os recursos têm de ir para o fundo de esgoto, separada a verba de educação e saúde.
? Obras enterradas
Durante esse prazo, foram solicitados 5.701 acordos, sendo 1.288 pagos à vista (R$ 3.140.000,00). Outros 4.413 são de parcelamentos, dos quais foram arrecadados R$ 487.245,00 referentes às primeiras parcelas pagas e R$ 11.762.000,00 a serem arrecadados conforme a quitação das parcelas futuras. 90% dos acordos formalizados referem-se a pessoa física. Rodrigo perde a oportunidade de instalar mais uma dezenas de quadras de asfalto com a verba. Terá de instalar tubos, embaixo da terra.
? Liberação parcial
No último dia 05, a prefeitura emitiu o habite-se de obras das 136 casas da primeira etapa do Terra Nova Bauru, empreendimento da Rodobens Negócios Imobiliários S/A. Com a liberação da documentação a empresa iniciará, na próxima quinta-feira, a entrega das chaves das casas da primeira etapa do condomínio. O programa contempla 844 casas e foi lançado em sete fases. O habite-se parcial foi possível por acordo com o DAE para garantir o abastecimento.
? Galerias lotadas 1
As audiências públicas realizadas na Câmara Municipal normalmente são esvaziadas de participação popular. Não foi o que ocorreu ontem, no debate sobre a Lei do Cerrado em Bauru. As galerias estavam tomadas, principalmente por estudantes, que levaram faixas e chegaram a vaiar o diretor regional do Ciesp, Domingos Malandrino. "Esse abacaxi é nosso!", gritou um dos estudantes.
? Galerias lotadas 2
Sobraram críticas à Câmara com as faixas "Já torram a nossa grana, agora querem torrar o cerrado" e "Deputados e vereadores, não façam do nosso voto um crime", frases com cara de estudante. A discussão sobre a lei do cerrado em Bauru ganhou força nas sessões do Legislativo, impulsionada por discursos de Marcelo Borges (PSDB) e Renato Purini (PMDB). Nenhum dos dois compareceu à audiência pública.
? "Contra o serrote"
Os vereadores presentes se posicionaram favoráveis à preservação do cerrado. Carlão do Gás (PR) chegou a dizer que é ?contra o serrote?, tentando ganhar o público presente. A sessão da última segunda-feira já havia sido marcada por discursos fortes nesse sentido. Vai sair da Câmara Municipal um documento cobrando compensação financeira do Governo do Estado para a preservação do bioma em Bauru.