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Chineses estudam alternativas para se manterem no mercado brasileiro


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São Paulo - As marcas chinesas sofreram um duro golpe com a mudança na regra do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e estudam alternativas para manter a rentabilidade no mercado brasileiro.

A CN Auto pretende estratificar o repasse do IPI. Assim, haverá modelos cuja incidência do tributo será integral e outros que sequer terão aumento de preço. O grupo traz para o Brasil as vans Jinbei Topic e Hafei Tower. Em breve, começam as vendas da linha de passeio Brilliance.

Representante da chinesa Chana (Changan no país de origem) e da coreana SsangYong, o Grupo Districar optou por manter o cronograma e homologou novos modelos.

A empresa vai lançar ainda automóveis da Haima, apresentados na última edição do Salão de São Paulo.

Os primeiros a vir serão o médio (hatch e sedã) Haima3 e o utilitário esportivo Haima7. As vendas devem iniciar-se entre novembro e dezembro. No mesmo período, chegarão os compactos Changan Benny e Mini Benny.

Os planos para a construção de uma fábrica no Brasil, porém, estão paralisados.

A JAC Motors espera pela baixa do estoque - que deve durar seis meses - para apresentar o novo plano de ação no Brasil, mas, na China, a matriz disse à Folha que a construção da fábrica nacional da marca está congelada.

 

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